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sexta-feira, 12 de abril de 2019


Quem foi criança na década de 90 deve lembrar como os dinossauros invadiram a cultura pop, principalmente após o sucesso estrondoso do filme “Parque dos Dinossauros”. Todos os meninos e meninas da época desejavam conhecer o parque fictício e encontrar os dinossauros mais incríveis do cinema… pena que eles existiram apenas nos estúdios de Hollywood.
Para quem tem esse interesse por dinossauros, a boa notícia é que existe um lugar no Brasil onde é possível fazer uma viagem no tempo por meio das pegadas dos dinossauros: o Vale dos Dinossauros, localizado na cidade de Sousa, no estado da Paraíba.
Visitando o Vale dos Dinossauros, em Sousa - PB
Considerado um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo, o Vale dos Dinossauros é um ponto turístico diferente e inesquecível. Trata-se de uma unidade de conservação com mais de 1,730 km², onde está catalogada a maior incidência de pegadas de dinossauros da Terra!
Pegadas de dinossauros, no Vale dos Dinossauros, em Sousa - PB
(Pegadas de dinossauros, no Vale dos Dinossauros, em Sousa - PB (Foto/1000 dias de Rodrigo)
Alguns dinossauros incríveis habitaram a região há mais de 110 milhões de anos. É o caso, por exemplo, do carnívoro Noasauridae e do herbívoro Iguanodonte Mantelli, que deixaram suas pegadas para posteridade. Mais de 50 pegadas de cada um podem ser encontradas no Vale dos Dinossauros, onde também é possível ver camadas de lama com cerca de 10 milhões de anos.

Vale dos Dinossauros: história e como visitar

Vale dos Dinossauros, em Sousa no Sertão da Paraíba, foi reaberto após reformas (Foto: Beto Silva/TV Paraíba)
Algumas das principais descobertas da história aconteceram por acaso, e foi justamente o que aconteceu com o Vale dos Dinossauros: no final do século XIX, o fazendeiro Anísio Fausto Silva descobriu as pegadas enquanto trabalhava na preparação do solo para o plantio. A partir de então, o local se tornou um importante centro de estudo administrado pelo engenheiro Luciano Jacques de Moraes.
Ao longo do século XX e no começo do século XXI, o Vale dos Dinossauros foi modernizado e preparado para receber turistas de todo o mundo. Hoje o local conta com um museu com diversos painéis explicativos, bares e restaurantes, calçamento em cascalho, mirantes para observação e uma infraestrutura completa para receber turistas que desejam saber mais sobre os dinossauros.
Uma boa dica é visitar o Sítio Passagem de Pedras, que fica dentro do Vale e conta com fósseis de dinossauros que viveram há mais de 130 milhões de anos. A entrada no Vale dos Dinossauros é gratuita e o local é aberto ao público de terça a domingo, sempre das 08 às 17h.
Fonte: Adventure Club

Viaje no tempo através das pegadas no Vale dos Dinossauros, na Paraíba

Posted at  06:42  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


Quem foi criança na década de 90 deve lembrar como os dinossauros invadiram a cultura pop, principalmente após o sucesso estrondoso do filme “Parque dos Dinossauros”. Todos os meninos e meninas da época desejavam conhecer o parque fictício e encontrar os dinossauros mais incríveis do cinema… pena que eles existiram apenas nos estúdios de Hollywood.
Para quem tem esse interesse por dinossauros, a boa notícia é que existe um lugar no Brasil onde é possível fazer uma viagem no tempo por meio das pegadas dos dinossauros: o Vale dos Dinossauros, localizado na cidade de Sousa, no estado da Paraíba.
Visitando o Vale dos Dinossauros, em Sousa - PB
Considerado um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo, o Vale dos Dinossauros é um ponto turístico diferente e inesquecível. Trata-se de uma unidade de conservação com mais de 1,730 km², onde está catalogada a maior incidência de pegadas de dinossauros da Terra!
Pegadas de dinossauros, no Vale dos Dinossauros, em Sousa - PB
(Pegadas de dinossauros, no Vale dos Dinossauros, em Sousa - PB (Foto/1000 dias de Rodrigo)
Alguns dinossauros incríveis habitaram a região há mais de 110 milhões de anos. É o caso, por exemplo, do carnívoro Noasauridae e do herbívoro Iguanodonte Mantelli, que deixaram suas pegadas para posteridade. Mais de 50 pegadas de cada um podem ser encontradas no Vale dos Dinossauros, onde também é possível ver camadas de lama com cerca de 10 milhões de anos.

Vale dos Dinossauros: história e como visitar

Vale dos Dinossauros, em Sousa no Sertão da Paraíba, foi reaberto após reformas (Foto: Beto Silva/TV Paraíba)
Algumas das principais descobertas da história aconteceram por acaso, e foi justamente o que aconteceu com o Vale dos Dinossauros: no final do século XIX, o fazendeiro Anísio Fausto Silva descobriu as pegadas enquanto trabalhava na preparação do solo para o plantio. A partir de então, o local se tornou um importante centro de estudo administrado pelo engenheiro Luciano Jacques de Moraes.
Ao longo do século XX e no começo do século XXI, o Vale dos Dinossauros foi modernizado e preparado para receber turistas de todo o mundo. Hoje o local conta com um museu com diversos painéis explicativos, bares e restaurantes, calçamento em cascalho, mirantes para observação e uma infraestrutura completa para receber turistas que desejam saber mais sobre os dinossauros.
Uma boa dica é visitar o Sítio Passagem de Pedras, que fica dentro do Vale e conta com fósseis de dinossauros que viveram há mais de 130 milhões de anos. A entrada no Vale dos Dinossauros é gratuita e o local é aberto ao público de terça a domingo, sempre das 08 às 17h.
Fonte: Adventure Club


A Cachoeira do Roncador

Quem gosta de ecoturismo e os amantes da natureza deve conhecer a cachoeira do Roncador. Localizada no município de Pirpirituba, nos limites territoriais de Pirpirituba, Bananeiras e Borborema, na mata atlântica, a Cachoeira do Roncador é point de muitos esportes radicais.
O lugar também acolhe o turista que vem em busca de tranquilidade, pois os visitantes podem desfrutar dos banhos deliciosos nos lagos e piscinas naturais que se formam entre as rochas: perfeito para aliviar o calor e curtir a natureza.
Cachoeira do Roncador (Pirpirituba, Bananeiras e Borborema)
A cachoeira fica no pé de uma serra e tem aproximadamente 40 metros de altura e possui uma dezena de quedas d’água vindo do rio Bananeiras que nasce na mata da UFPB de Bananeiras. Sua natureza selvagem e o estrondo de sua queda d'água lhe conferem o nome. O Roncador é uma das belas áreas naturais do brejo, com sua vegetação exuberante ainda conservada, mesmo com um fluxo de turistas elevado. Sua fauna abriga famílias de saguis e várias espécies de pássaros. A Cachoeira faz parte da Área de Preservação Ambiental APA Roncador.
Cachoeira do Roncador - Brejo
Há um restaurante de comida regional onde fica o estacionamento que dá acesso a Cachoeira. A Cachoeira tem sua beleza realçada durante o inverno quando aumenta seu volume; a visita fica melhor fora dos feriados, para evitar a presença de muita gente.
Cachoeira do Roncador - Paraíba
Cachoeira do Roncador... no verão!
Como chegar?
Chegando em Pirpirituba, na igreja, o caminho se põe de costas para a mesma e segue pela rua a sua direita. Essa rua acaba numa estrada de barro. Essa estrada segue por uns 10km ate o Roncador, ou ate um restaurante de um morador local, de onde sai a curta trilha pro Roncador
Cachoeira do Roncador... no verão!
Cachoeira do Roncador... no verão!
Fonte: Ecoturismo e Cultura Paraíba

Cachoeira do Roncador: Lugar de belezas naturais no Brejo Paraibano

Posted at  06:41  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


A Cachoeira do Roncador

Quem gosta de ecoturismo e os amantes da natureza deve conhecer a cachoeira do Roncador. Localizada no município de Pirpirituba, nos limites territoriais de Pirpirituba, Bananeiras e Borborema, na mata atlântica, a Cachoeira do Roncador é point de muitos esportes radicais.
O lugar também acolhe o turista que vem em busca de tranquilidade, pois os visitantes podem desfrutar dos banhos deliciosos nos lagos e piscinas naturais que se formam entre as rochas: perfeito para aliviar o calor e curtir a natureza.
Cachoeira do Roncador (Pirpirituba, Bananeiras e Borborema)
A cachoeira fica no pé de uma serra e tem aproximadamente 40 metros de altura e possui uma dezena de quedas d’água vindo do rio Bananeiras que nasce na mata da UFPB de Bananeiras. Sua natureza selvagem e o estrondo de sua queda d'água lhe conferem o nome. O Roncador é uma das belas áreas naturais do brejo, com sua vegetação exuberante ainda conservada, mesmo com um fluxo de turistas elevado. Sua fauna abriga famílias de saguis e várias espécies de pássaros. A Cachoeira faz parte da Área de Preservação Ambiental APA Roncador.
Cachoeira do Roncador - Brejo
Há um restaurante de comida regional onde fica o estacionamento que dá acesso a Cachoeira. A Cachoeira tem sua beleza realçada durante o inverno quando aumenta seu volume; a visita fica melhor fora dos feriados, para evitar a presença de muita gente.
Cachoeira do Roncador - Paraíba
Cachoeira do Roncador... no verão!
Como chegar?
Chegando em Pirpirituba, na igreja, o caminho se põe de costas para a mesma e segue pela rua a sua direita. Essa rua acaba numa estrada de barro. Essa estrada segue por uns 10km ate o Roncador, ou ate um restaurante de um morador local, de onde sai a curta trilha pro Roncador
Cachoeira do Roncador... no verão!
Cachoeira do Roncador... no verão!
Fonte: Ecoturismo e Cultura Paraíba


Quem gosta de viajar pode se encantar com os atrativos da Paraíba. Belezas naturais enchem os olhos de turistas do Litoral ao Sertão. Para os que já conhecem as praias do estado, está na hora de embarcar para o interior. Conheça cinco destinos imperdíveis além do litoral:
Lajedo do Pai Mateus 
O Lajedo do Pai Mateus é uma formação rochosa composta com grandes pedras arredondadas que se destacam sobre o chão de pedras e a vegetação escassa da região. Está situado a 25 km da cidade de Cabaceiras, uma pequena cidade apelidada carinhosamente de “Roliúde Nordestina”, por ter servido de cenário para mais de 40 filmes brasileiros.
Existem poucas regiões do mundo com características geológicas semelhantes e esta é considerada a mais bonita e intocada.
Fotos/ParaibaCriativa.com.br
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sss
Conta à lenda que um ermitão curandeiro viveu naquela região por volta do século XVIII, o qual habitava neste lajedo e muitas pessoas o procuravam para consultar-se. Pai Mateus não cobrava dinheiro em troca de suas curas, apenas comida. Por causa deste ermitão é que o Lajedo de Pai Mateus tem este nome.
O Lajedo fica a 199 km de João Pessoa.
Vale dos Dinossauros
Quem visita o local pode fazer uma trilha nas pegadas de dinossauros fossilizadas, gravadas ao leito de um rio e preservadas há 65 milhões de anos pela natureza, trançando um paralelo entre a passagem desses animais na terra e existência e a evolução da espécie humana.
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O Sítio Paleontológico conta com uma trilha de 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos.
O Vale dos Dinossauros está localizado no município de Sousa, a 444 km de João Pessoa.
Pedra da Boca
O Parque está localizado na porção norte do município de Araruna, divisa com o Rio Grande do Norte. Com área de 157,25 hectares, o parque está inserido no bioma da caatinga, onde as configurações geológicas e geomorfológicas são ímpares e atrativas aos estudiosos, turistas, visitantes e adeptos dos esportes radicais.
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O parque possui um conjunto rochoso de composição granítica porfirítica, com vestígios de gnaisses e quartzitos, que apresentam faces arredondadas e extensas caneluras que vão do cume ao chão. O lugar é excelente para prática de esportes radicais.
O local fica a 165 km da capital paraibana.
Pôr do Sol do Mirante
O Pôr do Sol do Mirante é uma das mais belas atrações naturais da cidade de Serraria, localizada no Brejo paraibano. O cenário deslumbrante faz parte da Rota Cultural Caminhos do Frio. A paisagem, de clima bastante frio e brisa constante, fica no ponto mais alto do município, o que permite aos turistas ter uma vista de 360 graus para algumas das cidades vizinhas.
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Além de apreciar a visão paradisíaca do pôr do sol em Serraria, os turistas que preferem uma experiência radical podem experimentar também voos de parapente no mirante. Para visitar o local, é necessário fazer um pré-agendamento.
A cidade fica a uma distância de 145 km da capital.
Pedra do Ingá  (Dica do blog Pé na Estrada )
O pequeno distrito de Pedra Lavrada, no agreste paraibano, guarda um enigma que nem pesquisadores e nem o mais curioso dos homens foi capaz de solucionar. Conhecida popularmente como Pedra do Ingá, a dona de tal mistério tem dezenas de imagens rupestres esculpidas ao longo de seus 24 metros de comprimento.
São figuras que aparentemente não fazem muito sentido, mas estudos comparativos revelaram que algumas inscrições encontradas aqui são semelhantes aos desenhos feitos pelos povos da Ilha de Páscoa, no Chile.
jjk
Pedra do Ingá
Pedra do Ingá
A Pedra do Ingá foi o primeiro sítio arqueológico brasileiro a ser protegido, mas a estrutura turística que o envolve ainda é precária: há apenas o prédio do Museu de História Natural, que tem objetos sobre as pesquisas desenvolvidas no entorno, fósseis e a réplica de uma múmia; e uma pequena lanchonete que funciona apenas no turno da manhã.
Como Chegar | A Pedra do Ingá fica a 87 quilômetros da capital paraibana. Para chegar aqui você pode pegar um ônibus na rodoviária de João Pessoa. A Real Bus cobra R$ 18 e o ônibus para na BR-230, a poucos metros da entrada da cidade. Na rodovia há moto-táxis que fazem o resto da viagem até à Pedra do Ingá, por R$ 15. A viação Rio Tinto faz o trecho de João Pessoa até o Centro de Ingá.
De carro, partindo e João Pessoa, a viagem é feita pela BR-230 até o quilômetro 118. Daqui você deve seguir pela PB-095 por mais cinco quilômetros até Ingá. O distrito de Pedra Lavrada fica a seis quilômetros do Centro da cidade. Todo o trajeto é feito em estradas asfaltadas e bem sinalizadas.
Quando ir | A Pedra do Ingá pode ser visitada o ano inteiro, de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 16h. Aos sábados, domingos e feriados as visitas acontecem das 9h às 13h. Nessa região o clima é sempre úmido e quente, e as temperaturas variam entre 22 e 35 graus.
Quanto custa | A entrada no sítio arqueológico e no museu é gratuita.
Com informações do Portal T5

Cinco lugares incríveis para se conhecer no interior da Paraíba

Posted at  06:39  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


Quem gosta de viajar pode se encantar com os atrativos da Paraíba. Belezas naturais enchem os olhos de turistas do Litoral ao Sertão. Para os que já conhecem as praias do estado, está na hora de embarcar para o interior. Conheça cinco destinos imperdíveis além do litoral:
Lajedo do Pai Mateus 
O Lajedo do Pai Mateus é uma formação rochosa composta com grandes pedras arredondadas que se destacam sobre o chão de pedras e a vegetação escassa da região. Está situado a 25 km da cidade de Cabaceiras, uma pequena cidade apelidada carinhosamente de “Roliúde Nordestina”, por ter servido de cenário para mais de 40 filmes brasileiros.
Existem poucas regiões do mundo com características geológicas semelhantes e esta é considerada a mais bonita e intocada.
Fotos/ParaibaCriativa.com.br
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Conta à lenda que um ermitão curandeiro viveu naquela região por volta do século XVIII, o qual habitava neste lajedo e muitas pessoas o procuravam para consultar-se. Pai Mateus não cobrava dinheiro em troca de suas curas, apenas comida. Por causa deste ermitão é que o Lajedo de Pai Mateus tem este nome.
O Lajedo fica a 199 km de João Pessoa.
Vale dos Dinossauros
Quem visita o local pode fazer uma trilha nas pegadas de dinossauros fossilizadas, gravadas ao leito de um rio e preservadas há 65 milhões de anos pela natureza, trançando um paralelo entre a passagem desses animais na terra e existência e a evolução da espécie humana.
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O Sítio Paleontológico conta com uma trilha de 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos.
O Vale dos Dinossauros está localizado no município de Sousa, a 444 km de João Pessoa.
Pedra da Boca
O Parque está localizado na porção norte do município de Araruna, divisa com o Rio Grande do Norte. Com área de 157,25 hectares, o parque está inserido no bioma da caatinga, onde as configurações geológicas e geomorfológicas são ímpares e atrativas aos estudiosos, turistas, visitantes e adeptos dos esportes radicais.
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O parque possui um conjunto rochoso de composição granítica porfirítica, com vestígios de gnaisses e quartzitos, que apresentam faces arredondadas e extensas caneluras que vão do cume ao chão. O lugar é excelente para prática de esportes radicais.
O local fica a 165 km da capital paraibana.
Pôr do Sol do Mirante
O Pôr do Sol do Mirante é uma das mais belas atrações naturais da cidade de Serraria, localizada no Brejo paraibano. O cenário deslumbrante faz parte da Rota Cultural Caminhos do Frio. A paisagem, de clima bastante frio e brisa constante, fica no ponto mais alto do município, o que permite aos turistas ter uma vista de 360 graus para algumas das cidades vizinhas.
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Além de apreciar a visão paradisíaca do pôr do sol em Serraria, os turistas que preferem uma experiência radical podem experimentar também voos de parapente no mirante. Para visitar o local, é necessário fazer um pré-agendamento.
A cidade fica a uma distância de 145 km da capital.
Pedra do Ingá  (Dica do blog Pé na Estrada )
O pequeno distrito de Pedra Lavrada, no agreste paraibano, guarda um enigma que nem pesquisadores e nem o mais curioso dos homens foi capaz de solucionar. Conhecida popularmente como Pedra do Ingá, a dona de tal mistério tem dezenas de imagens rupestres esculpidas ao longo de seus 24 metros de comprimento.
São figuras que aparentemente não fazem muito sentido, mas estudos comparativos revelaram que algumas inscrições encontradas aqui são semelhantes aos desenhos feitos pelos povos da Ilha de Páscoa, no Chile.
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Pedra do Ingá
Pedra do Ingá
A Pedra do Ingá foi o primeiro sítio arqueológico brasileiro a ser protegido, mas a estrutura turística que o envolve ainda é precária: há apenas o prédio do Museu de História Natural, que tem objetos sobre as pesquisas desenvolvidas no entorno, fósseis e a réplica de uma múmia; e uma pequena lanchonete que funciona apenas no turno da manhã.
Como Chegar | A Pedra do Ingá fica a 87 quilômetros da capital paraibana. Para chegar aqui você pode pegar um ônibus na rodoviária de João Pessoa. A Real Bus cobra R$ 18 e o ônibus para na BR-230, a poucos metros da entrada da cidade. Na rodovia há moto-táxis que fazem o resto da viagem até à Pedra do Ingá, por R$ 15. A viação Rio Tinto faz o trecho de João Pessoa até o Centro de Ingá.
De carro, partindo e João Pessoa, a viagem é feita pela BR-230 até o quilômetro 118. Daqui você deve seguir pela PB-095 por mais cinco quilômetros até Ingá. O distrito de Pedra Lavrada fica a seis quilômetros do Centro da cidade. Todo o trajeto é feito em estradas asfaltadas e bem sinalizadas.
Quando ir | A Pedra do Ingá pode ser visitada o ano inteiro, de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 16h. Aos sábados, domingos e feriados as visitas acontecem das 9h às 13h. Nessa região o clima é sempre úmido e quente, e as temperaturas variam entre 22 e 35 graus.
Quanto custa | A entrada no sítio arqueológico e no museu é gratuita.
Com informações do Portal T5


Especial do Guias da Semana - O Nordeste brasileiro é uma das regiões mais lindas do nosso país e, sem dúvidas, escolher os destinos mais bonitos para visitar não é uma tarefa fácil. Com diversos estados encantadores, cada um com suas peculiaridades, o que todos têm em comum são as belezas naturais.
Repletos de paisagens paradisíacas, céus e mares nos mais variados tons e visuais inesquecíveis, a região - composta por nove estados - é uma das mais cobiçadas pelos turistas - o que está crescendo ainda mais devido à alta do dólar. 
Por isso, o Guia da Semana lista os 10 melhores destinos do Nordeste para você conhecer. Confira: 

ITACARÉ - BAHIA

Itacaré é um dos melhores destinos da Bahia. Além do calor e do visual característicos, tornou-se um dos lugares preferidos dos eco-turistas. Com praias lindas, cachoeiras, rios e natureza por todos os lados, oferece passeios incríveis como visitar a Península de Maraú e as Ilhas da Baía de Camamu.  As praias da Coroa, Praia Da Concha, Praia do Resende, Praia da Tiririca, Praia da Costa e Praia da Ribeira merecem destaque e valem a visita. 

JERICOACOARA - CEARÁ


A famosa Jeri ficou badalada nos últimos anos. Eleita uma das praias mais bonitas do mundo, com vento forte e águas transparentes, o cenário se completa por dunas e formações rochosas. A maior duna da região, conhecida como Duna Pôr-Do-Sol, possui 30 metros de altura e é ponto de encontro dos moradores e turistas para apreciarem o pôr-do-sol de frente para o mar. A Lagoa de Jijoca também é bastante visitada no local, além da Pedra Furada, que se caracteriza por um grande arco esculpido pela ação das ondas. 

JUCUMÃ - PARAÍBA

Conhecida pela tranquilidade e clima aconchegante, Jucumã é bairro do município de Conde, localizado na Paraíba, e abriga praias lindíssimas. É o lugar perfeito para quem quer esquecer do mundo e aproveitar alguns dias longe de tudo - além de ser um local afastado e pouco explorado, a internet não funciona muito bem, o que é ótimo para desligar. As praias do Amor, Jucumã, Carapibus, Tabatinga, de Coqueirinho e Tambaba valem muito a visita, lembrando que essa última é naturista (com parte dedicada ao nudismo e outra não).

MARAGOGI - ALAGOAS

Alagoas é um estado realmente abençoado. Lá, localizam-se milhares de praias incríveis e, entre elas, Maragogi. Conhecida por suas piscinas naturais, águas cristalinas e areia branca e fofa, a viagem é um constante deslumbramento, seja com a orla da praia, a abundância dos coqueiros ou com as trilhas de Mata Atlântica.

CARAÍVA - BAHIA 

Caraíva é um pequeno distrito de Porto Seguro onde a paz e o sossego imperam. Acessível apenas por barco, não tem energia elétrica, nem automóvel e suas ruas estreitas não tem calçamento. 
A praia, com seus 2 km de areia fina e clara e mar azul cristalino, é ideal para mergulhos e esportes à vela. Porém, são os Arrecifes de Tatuaçu, localizados a 20 minutos de barco da costa, a grande atração do local. O ponto é um excelente lugar para mergulhar, pois concentra uma grande biodiversidade marinha. Ao sul da praia, há uma aldeia Pataxó com uma charmosa feirinha de artesanato indígena. 

SÃO MIGUEL DOS MILAGRES - ALAGOAS

A Costa dos Corais, em Alagoas, abriga diversas praias, mas São Miguel dos Milagres tem se destacado nos últimos anos. Milagres fica a apenas 50 km da capital Maceió e já entrou para o rol de melhores praias brasileiras. Destino tranquilo, pois é uma vila de pescadores com pouco mais de 6 mil habitantes, tem lindas piscinas naturais e praias que proporcionam lazer e descanso. Além do Réveillon que atrai os mais baladeiros, o local em outras épocas do ano é perfeito para uma lua-de-mel, por exemplo. Entre as praias de destaque, estão a Praia do Riacho, Praia do Morro e Praia do Toque.

FERNANDO DE NORONHA - PERNAMBUCO

Estar no arquipélago de Pernambuco ultrapassa o fato de estar em uma viagem e torna-se uma experiência de vida. Com uma paisagem única, a beleza ultrapassa qualquer coisa que já se tenha visto dentro e fora do mar. Além de curtir os dias de sol, é possível fazer trilhas, presenciar o nascimento de tartarugas, ver os mais lindos pores do sol, fazer mergulho, encerrar a noite com músicas típicas no Bar do Cachorro, entrar em contato com uma energia única e respirar natureza. 

LENÇOIS MARANHENSES - MARANHÃO

O destino é um dos mais fascinantes do nordeste brasileiro. Situado no litoral oriental do Maranhão, oferece muitos atrativos e opções de passeios aos turistas. Entre as principais, estão visitar o Parque Nacional dos Lençois Maranhenses, ir de jipe até as lagoas Bonita e Azul, passear de voadeira pelo Rio Preguiças, visitar Santo Amaro do Maranhão, Lagoa da Esperança e Praia de Lençóis. 

PIPA - RIO GRANDE DO NORTE

 
Também considerado um dos destinos mais lindos e fascinantes do Nordeste, a Praia da Pipa encanta por seu estilo hippie. Localizada a 85Km de Natal, possui lindas praias, um centrinho descolado e restaurantes e bares deliciosos. Entre os passeios, destacam-se os de barco, buggy e caiaque e, além disso, oferece mergulhos onde é possível avistar golfinhos. 

10 lugares do Nordeste que você precisa visitar pelo menos uma vez na vida

Posted at  06:35  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


Especial do Guias da Semana - O Nordeste brasileiro é uma das regiões mais lindas do nosso país e, sem dúvidas, escolher os destinos mais bonitos para visitar não é uma tarefa fácil. Com diversos estados encantadores, cada um com suas peculiaridades, o que todos têm em comum são as belezas naturais.
Repletos de paisagens paradisíacas, céus e mares nos mais variados tons e visuais inesquecíveis, a região - composta por nove estados - é uma das mais cobiçadas pelos turistas - o que está crescendo ainda mais devido à alta do dólar. 
Por isso, o Guia da Semana lista os 10 melhores destinos do Nordeste para você conhecer. Confira: 

ITACARÉ - BAHIA

Itacaré é um dos melhores destinos da Bahia. Além do calor e do visual característicos, tornou-se um dos lugares preferidos dos eco-turistas. Com praias lindas, cachoeiras, rios e natureza por todos os lados, oferece passeios incríveis como visitar a Península de Maraú e as Ilhas da Baía de Camamu.  As praias da Coroa, Praia Da Concha, Praia do Resende, Praia da Tiririca, Praia da Costa e Praia da Ribeira merecem destaque e valem a visita. 

JERICOACOARA - CEARÁ


A famosa Jeri ficou badalada nos últimos anos. Eleita uma das praias mais bonitas do mundo, com vento forte e águas transparentes, o cenário se completa por dunas e formações rochosas. A maior duna da região, conhecida como Duna Pôr-Do-Sol, possui 30 metros de altura e é ponto de encontro dos moradores e turistas para apreciarem o pôr-do-sol de frente para o mar. A Lagoa de Jijoca também é bastante visitada no local, além da Pedra Furada, que se caracteriza por um grande arco esculpido pela ação das ondas. 

JUCUMÃ - PARAÍBA

Conhecida pela tranquilidade e clima aconchegante, Jucumã é bairro do município de Conde, localizado na Paraíba, e abriga praias lindíssimas. É o lugar perfeito para quem quer esquecer do mundo e aproveitar alguns dias longe de tudo - além de ser um local afastado e pouco explorado, a internet não funciona muito bem, o que é ótimo para desligar. As praias do Amor, Jucumã, Carapibus, Tabatinga, de Coqueirinho e Tambaba valem muito a visita, lembrando que essa última é naturista (com parte dedicada ao nudismo e outra não).

MARAGOGI - ALAGOAS

Alagoas é um estado realmente abençoado. Lá, localizam-se milhares de praias incríveis e, entre elas, Maragogi. Conhecida por suas piscinas naturais, águas cristalinas e areia branca e fofa, a viagem é um constante deslumbramento, seja com a orla da praia, a abundância dos coqueiros ou com as trilhas de Mata Atlântica.

CARAÍVA - BAHIA 

Caraíva é um pequeno distrito de Porto Seguro onde a paz e o sossego imperam. Acessível apenas por barco, não tem energia elétrica, nem automóvel e suas ruas estreitas não tem calçamento. 
A praia, com seus 2 km de areia fina e clara e mar azul cristalino, é ideal para mergulhos e esportes à vela. Porém, são os Arrecifes de Tatuaçu, localizados a 20 minutos de barco da costa, a grande atração do local. O ponto é um excelente lugar para mergulhar, pois concentra uma grande biodiversidade marinha. Ao sul da praia, há uma aldeia Pataxó com uma charmosa feirinha de artesanato indígena. 

SÃO MIGUEL DOS MILAGRES - ALAGOAS

A Costa dos Corais, em Alagoas, abriga diversas praias, mas São Miguel dos Milagres tem se destacado nos últimos anos. Milagres fica a apenas 50 km da capital Maceió e já entrou para o rol de melhores praias brasileiras. Destino tranquilo, pois é uma vila de pescadores com pouco mais de 6 mil habitantes, tem lindas piscinas naturais e praias que proporcionam lazer e descanso. Além do Réveillon que atrai os mais baladeiros, o local em outras épocas do ano é perfeito para uma lua-de-mel, por exemplo. Entre as praias de destaque, estão a Praia do Riacho, Praia do Morro e Praia do Toque.

FERNANDO DE NORONHA - PERNAMBUCO

Estar no arquipélago de Pernambuco ultrapassa o fato de estar em uma viagem e torna-se uma experiência de vida. Com uma paisagem única, a beleza ultrapassa qualquer coisa que já se tenha visto dentro e fora do mar. Além de curtir os dias de sol, é possível fazer trilhas, presenciar o nascimento de tartarugas, ver os mais lindos pores do sol, fazer mergulho, encerrar a noite com músicas típicas no Bar do Cachorro, entrar em contato com uma energia única e respirar natureza. 

LENÇOIS MARANHENSES - MARANHÃO

O destino é um dos mais fascinantes do nordeste brasileiro. Situado no litoral oriental do Maranhão, oferece muitos atrativos e opções de passeios aos turistas. Entre as principais, estão visitar o Parque Nacional dos Lençois Maranhenses, ir de jipe até as lagoas Bonita e Azul, passear de voadeira pelo Rio Preguiças, visitar Santo Amaro do Maranhão, Lagoa da Esperança e Praia de Lençóis. 

PIPA - RIO GRANDE DO NORTE

 
Também considerado um dos destinos mais lindos e fascinantes do Nordeste, a Praia da Pipa encanta por seu estilo hippie. Localizada a 85Km de Natal, possui lindas praias, um centrinho descolado e restaurantes e bares deliciosos. Entre os passeios, destacam-se os de barco, buggy e caiaque e, além disso, oferece mergulhos onde é possível avistar golfinhos. 


A partir dos próximos meses, as temperaturas naquelas terras serranas variam de 12° a 18°, os dias são mais frios e rola até uma neblina entre montanhas, nas manhãs mais geladas.
Não parece, mas esse cenário fica em pleno Nordeste, na região do Brejo, na Paraíba.
Mais do que construções históricas e berço de artistas como Pedro Américo e Jackson do Pandeiro, o destino tem na cachaça sua melhor inspiração para um turismo que vai além dos roteiros de praias desse pequeno estado nordestino. Segundo produtores locais, a qualidade do produto local se deve a fatores como a presença de terra roxa e clima mais ameno.
Conhecida como ‘Caminho dos Engenhos’, a rota cruza antigos casarões e engenhos de cana-de-açúcar dessa microrregião do agreste paraibano, formada por cidades minúsculas do interior como Areia, Bananeiras, Pilões, Serraria e Alagoa Grande.
Localizado a 120 km de João Pessoa, aproximadamente, o Brejo abre suas janelas coloniais para as serras locais e escancara portas de engenhos centenários para visitantes que queiram conhecer a produção de cachaça e rapadura artesanais.
Nesse projeto em parceria com o SEBRAE e o órgão de promoção do turismo da Paraíba (PBTur), participam 15 engenhos, onde é possível conhecer o processo de fabricação de produtos de engenho e até realizar trilhas.
Conheça engenhos da rota:

Cachaça Volúpia

Localizado na zona rural de Alagoa Grande, a 103 km de João Pessoa, o Engenho Lagoa Verde tem gastronomia caprichada à base de cachaça, como o carneiro na cachaça do restaurante Banguê, e bebidas orgânicas, envelhecidas em barris de carvalho e de freijó.
Essa cachaça, considerada a primeira vendida em garrafa de porcelana, tem 42% de teor alcoólico e sabor discreto que não causa o famoso ardor na boca ao ser ingerida.
Esse engenho de 105 hectares, que chega a produzir 200 mil litros durante a safra que vai de outubro a março, conta também com quatro trilhas de até 4h30 de duração e que passam por nascentes e cachoeiras
SAIBA MAIS
Engenho Lagoa Verde
www.cachacavolupia.com.br

Aguardente Rainha

Sob os cuidados da quarta geração da mesma família, o Engenho Goiamunduba funciona em Bananeiras desde 1877 e é responsável por uma das aguardentes mais famosas do Brasil.
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Sem a mesma estrutura turística dos outros estabelecimentos da região, os funcionários fazem de tudo quando chega alguém interessado em conhecer as etapas da produção, como os setores da moenda da cana-de-açúcar, fermentação e engarrafamento.
De sabor acentuado e 50% de teor alcoólico, daí a denominação aguardente e não cachaça, a bebida é armazenada em barris de madeira de freijó.

SAIBA MAISEngenho Goiamunduba
O engenho fica na zona rural de Bananeiras e não tem programa organizado de visitas.
Tel.: (83) 9840-2954

Cachaça Cobiçada

Localizado no município de Serraria, o Engenho Martiniano tem 318 hectares e data de 1892.
O local  é responsável por essa cachaça com 40% de teor alcoólico, armazenada em barris de umburana.
Durante a visita guiada é possível conhecer a área de produção da bebida, de onde saem 100 mil litros anuais; a cenográfica capela com interior de madeira; e uma lojinha, onde é possível degustar alguns produtos do engenho.
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Destaque para a vista panorâmica que se tem do alto da colina onde funciona engenho.
SAIBA MAIS
Engenho Martiniano

Rodovia PB 85, km 2 – Serraria/Brejo Paraibano.
Tel.: (83) 9941-5649 / 9670-2886

Cachaça Triunfo

Embora não seja um engenho tradicional, este estabelecimento da cidade de Areia é uma das opções com melhor estrutura em todo o roteiro da cachaça do Brejo Paraibano.
A ex-professora de História e uma das proprietárias do engenho, Maria Júlia, emociona com o tour guiado contado em forma de versos e em ritmo acelerado.
A cachaça de até 48% de teor alcoólico e produção de 250 mil garrafas mensais repousa em madeira de carvalho durante três meses. Destaque para o jardim com quatro opções de cachaça para degustação, sucos naturais e sorvete de cachaça, claro.
hji0
SAIBA MAIS
Engenho Triunfo
www.cachacatriunfo.com.br
Cachaça ou aguardente?

Pinga, cachaça, branquinha, bafo-de-tigre, fogosa, cana…
Não faltam adjetivos para a mais brasileira das bebidas alcoólicas. Mas você sabe a diferença entre cachaça e aguardante?
A primeira é uma aguardente de cana-de-açúcar que deve ter, obrigatoriamente, teor alcoólico que varia entre  38% a 48%, e é produzida com o mosto fermentado do caldo da cana. Já a aguardente pode ser feita com qualquer cereal ou fruta e com teor alcoólico superior a 48%. Isto significa dizer que um destilado feito de caju, por exemplo, é uma aguardente de caju (e não uma cachaça).
SAIBA MAIS
Site de turismo da Paraíbawww.destinoparaiba.pb.gov.br
Com informações do Viagem em Pauta

‘Caminho dos Engenhos’ é rota obrigatória para amantes de cachaça, na Paraíba

Posted at  06:33  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


A partir dos próximos meses, as temperaturas naquelas terras serranas variam de 12° a 18°, os dias são mais frios e rola até uma neblina entre montanhas, nas manhãs mais geladas.
Não parece, mas esse cenário fica em pleno Nordeste, na região do Brejo, na Paraíba.
Mais do que construções históricas e berço de artistas como Pedro Américo e Jackson do Pandeiro, o destino tem na cachaça sua melhor inspiração para um turismo que vai além dos roteiros de praias desse pequeno estado nordestino. Segundo produtores locais, a qualidade do produto local se deve a fatores como a presença de terra roxa e clima mais ameno.
Conhecida como ‘Caminho dos Engenhos’, a rota cruza antigos casarões e engenhos de cana-de-açúcar dessa microrregião do agreste paraibano, formada por cidades minúsculas do interior como Areia, Bananeiras, Pilões, Serraria e Alagoa Grande.
Localizado a 120 km de João Pessoa, aproximadamente, o Brejo abre suas janelas coloniais para as serras locais e escancara portas de engenhos centenários para visitantes que queiram conhecer a produção de cachaça e rapadura artesanais.
Nesse projeto em parceria com o SEBRAE e o órgão de promoção do turismo da Paraíba (PBTur), participam 15 engenhos, onde é possível conhecer o processo de fabricação de produtos de engenho e até realizar trilhas.
Conheça engenhos da rota:

Cachaça Volúpia

Localizado na zona rural de Alagoa Grande, a 103 km de João Pessoa, o Engenho Lagoa Verde tem gastronomia caprichada à base de cachaça, como o carneiro na cachaça do restaurante Banguê, e bebidas orgânicas, envelhecidas em barris de carvalho e de freijó.
Essa cachaça, considerada a primeira vendida em garrafa de porcelana, tem 42% de teor alcoólico e sabor discreto que não causa o famoso ardor na boca ao ser ingerida.
Esse engenho de 105 hectares, que chega a produzir 200 mil litros durante a safra que vai de outubro a março, conta também com quatro trilhas de até 4h30 de duração e que passam por nascentes e cachoeiras
SAIBA MAIS
Engenho Lagoa Verde
www.cachacavolupia.com.br

Aguardente Rainha

Sob os cuidados da quarta geração da mesma família, o Engenho Goiamunduba funciona em Bananeiras desde 1877 e é responsável por uma das aguardentes mais famosas do Brasil.
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Sem a mesma estrutura turística dos outros estabelecimentos da região, os funcionários fazem de tudo quando chega alguém interessado em conhecer as etapas da produção, como os setores da moenda da cana-de-açúcar, fermentação e engarrafamento.
De sabor acentuado e 50% de teor alcoólico, daí a denominação aguardente e não cachaça, a bebida é armazenada em barris de madeira de freijó.

SAIBA MAISEngenho Goiamunduba
O engenho fica na zona rural de Bananeiras e não tem programa organizado de visitas.
Tel.: (83) 9840-2954

Cachaça Cobiçada

Localizado no município de Serraria, o Engenho Martiniano tem 318 hectares e data de 1892.
O local  é responsável por essa cachaça com 40% de teor alcoólico, armazenada em barris de umburana.
Durante a visita guiada é possível conhecer a área de produção da bebida, de onde saem 100 mil litros anuais; a cenográfica capela com interior de madeira; e uma lojinha, onde é possível degustar alguns produtos do engenho.
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Destaque para a vista panorâmica que se tem do alto da colina onde funciona engenho.
SAIBA MAIS
Engenho Martiniano

Rodovia PB 85, km 2 – Serraria/Brejo Paraibano.
Tel.: (83) 9941-5649 / 9670-2886

Cachaça Triunfo

Embora não seja um engenho tradicional, este estabelecimento da cidade de Areia é uma das opções com melhor estrutura em todo o roteiro da cachaça do Brejo Paraibano.
A ex-professora de História e uma das proprietárias do engenho, Maria Júlia, emociona com o tour guiado contado em forma de versos e em ritmo acelerado.
A cachaça de até 48% de teor alcoólico e produção de 250 mil garrafas mensais repousa em madeira de carvalho durante três meses. Destaque para o jardim com quatro opções de cachaça para degustação, sucos naturais e sorvete de cachaça, claro.
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Engenho Triunfo
www.cachacatriunfo.com.br
Cachaça ou aguardente?

Pinga, cachaça, branquinha, bafo-de-tigre, fogosa, cana…
Não faltam adjetivos para a mais brasileira das bebidas alcoólicas. Mas você sabe a diferença entre cachaça e aguardante?
A primeira é uma aguardente de cana-de-açúcar que deve ter, obrigatoriamente, teor alcoólico que varia entre  38% a 48%, e é produzida com o mosto fermentado do caldo da cana. Já a aguardente pode ser feita com qualquer cereal ou fruta e com teor alcoólico superior a 48%. Isto significa dizer que um destilado feito de caju, por exemplo, é uma aguardente de caju (e não uma cachaça).
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Com informações do Viagem em Pauta

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