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sexta-feira, 12 de abril de 2019


Do site Viajali - O 16º estado mais populoso do Brasil também é o destino ideal para quem ama curtir uma praia, seja badalada ou deserta. Conheça algumas opções incríveis para você curtir um sol, mergulhar com golfinhos ou praticar esportes aquáticos.

1. Praia do Amor, Pipa

iStock
ISTOCK
A praia favorita tanto dos moradores como dos turistas recebeu este nome porque sua orla tem o formato de coração.

2. Praia da Barra do Cunhaú

A areia branca e fortes ventos são as principais referências desta praia, que recebe muitos praticantes de kitesurfe. A sua orla é bem extensa, e alguns trechos são mais desertos.

3. Praia do Sagi, Baía Formosa

A vila de pescadores da região agita o movimento da praia, e suas inúmeras dunas chamam os turistas para um passeio de bugue. O Rio Guaju passa por aqui, dividindo o estado da Paraíba.

4. Praia da Cotia, Baía Formosa

A pequena Praia da Cotia é deserta e possui só 5km de extensão de areia, perfeita para quem busca tranquilidade.

5. Praia Baía Formosa

Praia preferida dos surfistas, o cenário da Baía Formosa é composto por diversos barquinhos de pescadores, dunas branquinhas e suas avermelhadas falésias.

6. Praia Tourinhos, São Miguel do Gostoso

A semideserta Tourinhos é maravilhosa principalmente no pôr do sol, e as formações rochosas e vegetação da praia completam o perfeito cenário para este espetáculo.

7. Praia Maracajaú, Maracajaú

As formações de corais próximos à costa da praia chamam a atenção dos turistas, e nadar entre os parrachos e os peixes tornou-se um das atividades mais procuradas da região.

8. Praia Ponta do Santo Cristo, São Miguel do Gostoso

Quem gosta de praticar kitesurfe e windsurfe vai amar conhecer Santo Cristo, pois o vento colabora. É apontada como uma das melhores praias da cidade, pois a temperatura da água é perfeita para um mergulho.

9. Praia Ponta Negra, Natal

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ISTOCK
A mais famosa praia de Natal é frequentada dia e noite por quem gosta de tomar um banho de sol, se refrescar no mar, fazer caminhada pela orla e também aproveitar os inúmeros bares da região.

10. Praia Barra de Tabatinga, Natal

Local perfeito para avistar golfinhos. As ondas fortes também atraem muitos surfistas. A barreira de corais ao longo da orla da praia é incrível!

11. Praia de Cacimbinhas, Tibau do Sul

A vista já é maravilhosa na chegada, do alto das falésias. A praia não é muito frequentada, ótima para quem busca sossego e tirar um dia de descanso. Mais um local próprio também para a prática de kitesurfe.

12. Praia do Madeiro, Tibau do Sul

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Outro ponto estratégico para praticar mergulho em meio aos golfinhos. O cenário de falésias avermelhadas contrasta com a imensidão do mar azul, e mesmo com a área estreita de areia, é possível curtir um solzinho em umas das espreguiçadeiras disponíveis na praia.

13. Praia Sibaúma, Pipa

Do lado direito da praia é possível encontrar uma vila de pescadores que movimentam Sibaúma, principalmente na alta temporada. Não é para menos: o mar é uma piscina natural com água cristalina e morna, perfeita para banho.

14. Praia do Curral, Pipa

Outra alternativa para nadar com os golfinhos é na Praia do Curral, em Pipa. É um local com o acesso mais limitado, sendo possível chegar até lá depois de 30 minutos de caminhada com a maré baixa. Mas vale a aventura: a praia é tranquila, com poucos visitantes.

15. Genipabu, Natal

iStock
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Aqui você escolhe dar uma volta de bugue com ou sem emoção – vai depender do seu espírito aventureiro. Um dos passeios mais procurados de Natal.

15 melhores praias no Rio Grande do Norte para conhecer o litoral potiguar

Posted at  05:53  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


Do site Viajali - O 16º estado mais populoso do Brasil também é o destino ideal para quem ama curtir uma praia, seja badalada ou deserta. Conheça algumas opções incríveis para você curtir um sol, mergulhar com golfinhos ou praticar esportes aquáticos.

1. Praia do Amor, Pipa

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A praia favorita tanto dos moradores como dos turistas recebeu este nome porque sua orla tem o formato de coração.

2. Praia da Barra do Cunhaú

A areia branca e fortes ventos são as principais referências desta praia, que recebe muitos praticantes de kitesurfe. A sua orla é bem extensa, e alguns trechos são mais desertos.

3. Praia do Sagi, Baía Formosa

A vila de pescadores da região agita o movimento da praia, e suas inúmeras dunas chamam os turistas para um passeio de bugue. O Rio Guaju passa por aqui, dividindo o estado da Paraíba.

4. Praia da Cotia, Baía Formosa

A pequena Praia da Cotia é deserta e possui só 5km de extensão de areia, perfeita para quem busca tranquilidade.

5. Praia Baía Formosa

Praia preferida dos surfistas, o cenário da Baía Formosa é composto por diversos barquinhos de pescadores, dunas branquinhas e suas avermelhadas falésias.

6. Praia Tourinhos, São Miguel do Gostoso

A semideserta Tourinhos é maravilhosa principalmente no pôr do sol, e as formações rochosas e vegetação da praia completam o perfeito cenário para este espetáculo.

7. Praia Maracajaú, Maracajaú

As formações de corais próximos à costa da praia chamam a atenção dos turistas, e nadar entre os parrachos e os peixes tornou-se um das atividades mais procuradas da região.

8. Praia Ponta do Santo Cristo, São Miguel do Gostoso

Quem gosta de praticar kitesurfe e windsurfe vai amar conhecer Santo Cristo, pois o vento colabora. É apontada como uma das melhores praias da cidade, pois a temperatura da água é perfeita para um mergulho.

9. Praia Ponta Negra, Natal

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A mais famosa praia de Natal é frequentada dia e noite por quem gosta de tomar um banho de sol, se refrescar no mar, fazer caminhada pela orla e também aproveitar os inúmeros bares da região.

10. Praia Barra de Tabatinga, Natal

Local perfeito para avistar golfinhos. As ondas fortes também atraem muitos surfistas. A barreira de corais ao longo da orla da praia é incrível!

11. Praia de Cacimbinhas, Tibau do Sul

A vista já é maravilhosa na chegada, do alto das falésias. A praia não é muito frequentada, ótima para quem busca sossego e tirar um dia de descanso. Mais um local próprio também para a prática de kitesurfe.

12. Praia do Madeiro, Tibau do Sul

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Outro ponto estratégico para praticar mergulho em meio aos golfinhos. O cenário de falésias avermelhadas contrasta com a imensidão do mar azul, e mesmo com a área estreita de areia, é possível curtir um solzinho em umas das espreguiçadeiras disponíveis na praia.

13. Praia Sibaúma, Pipa

Do lado direito da praia é possível encontrar uma vila de pescadores que movimentam Sibaúma, principalmente na alta temporada. Não é para menos: o mar é uma piscina natural com água cristalina e morna, perfeita para banho.

14. Praia do Curral, Pipa

Outra alternativa para nadar com os golfinhos é na Praia do Curral, em Pipa. É um local com o acesso mais limitado, sendo possível chegar até lá depois de 30 minutos de caminhada com a maré baixa. Mas vale a aventura: a praia é tranquila, com poucos visitantes.

15. Genipabu, Natal

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Aqui você escolhe dar uma volta de bugue com ou sem emoção – vai depender do seu espírito aventureiro. Um dos passeios mais procurados de Natal.


Do G1 - Com mar calmo, águas mornas e uma beleza de tirar o fôlego, a praia de Coqueirinho, que fica no Conde, litoral sul da Paraíba, a 35 quilômetros de João Pessoa, é o local ideal para quem busca renovar as energias.
A praia conta com presença de falésias coloridas, formações rochosas e águas cristalinas. A faixa de areia é extensa e possui vários coqueiros que fazem sombra para os visitantes, e essa é uma das características que mais agrada aos turistas já que o calor predomina no estado.
Uma boa opção para conhecer toda a praia é reservar um passeio de buggy que tem saída de João Pessoa e passa por várias outras praias vizinhas, do litoral sul. Quando o trajeto inclui as falésias, os visitantes podem conhecer e "tomar banho" da argila medicinal existente no local. O passeio custa entre R$ 200 e R$ 300.
Praia de Coqueirinho, no Conde, PB, oferece falésias e águas cristalinas aos visitantes — Foto: Eduardo Fechine
Praia de Coqueirinho, no Conde, PB, oferece falésias e águas cristalinas aos visitantes — Foto: Eduardo Fechine
Também é oferecido um passeio de quadriciclo que tem duração de uma hora e o próprio cliente pilota. O transporte cabe duas pessoas e custa R$ 130. Além disso, pra quem curte aventura nas alturas, tem o arvorismo, que inclui três pontes, dois rapel e duas escadas de corda. A aventura custa R$ 60 por pessoa.
Em Coqueirinho, na prainha (parte em que não tem quiosques) é possível encontrar, à beira mar, guarda-sol e cadeiras com o custo de R$ 15. A praia também conta com barracas que servem petiscos e até almoço, além do famoso resturante da região, o cânion de Coqueirinho, que oferece a famosa “moqueca de coqueirinho” feita com peixe, camarão e lagosta. Nos quisques e restaurantes estão inclusos o uso de guarda-sol e cadeiras.
Praia de Coqueirinho fica localizada a 35 km de João Pessoa — Foto: Eduardo Fechine
Praia de Coqueirinho fica localizada a 35 km de João Pessoa — Foto: Eduardo Fechine
A praia atrai também muitos mergulhadores, já que a água possui boa visibilidade, principalmente do lado norte do mar, onde arrecifes formam uma grande piscina natural. Já no lado sul, o mar aberto é marcado por ondas fortes o que atrai os amantes de esportes radicais.
Outro ponto bastante visitado é o Mirante do dedo de Deus, que oferece aos turistas uma vista panorâmica de Coqueirinho. O local é ideal para relaxar e registrar bons cliques fotográficos.
Segundo o secretário de Turismo do Conde, Aristóteles Souto, durante o período de alta estação, o projeto de conscientização ambiental, "Onda Limpa", que tem o apoio da Secretaria do Meio Ambiente(Semam), é intensificado a fim evitar a poluição da praia.

Praia de Coqueirinho na Paraíba oferece falésias e águas cristalinas aos visitantes

Posted at  05:50  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


Do G1 - Com mar calmo, águas mornas e uma beleza de tirar o fôlego, a praia de Coqueirinho, que fica no Conde, litoral sul da Paraíba, a 35 quilômetros de João Pessoa, é o local ideal para quem busca renovar as energias.
A praia conta com presença de falésias coloridas, formações rochosas e águas cristalinas. A faixa de areia é extensa e possui vários coqueiros que fazem sombra para os visitantes, e essa é uma das características que mais agrada aos turistas já que o calor predomina no estado.
Uma boa opção para conhecer toda a praia é reservar um passeio de buggy que tem saída de João Pessoa e passa por várias outras praias vizinhas, do litoral sul. Quando o trajeto inclui as falésias, os visitantes podem conhecer e "tomar banho" da argila medicinal existente no local. O passeio custa entre R$ 200 e R$ 300.
Praia de Coqueirinho, no Conde, PB, oferece falésias e águas cristalinas aos visitantes — Foto: Eduardo Fechine
Praia de Coqueirinho, no Conde, PB, oferece falésias e águas cristalinas aos visitantes — Foto: Eduardo Fechine
Também é oferecido um passeio de quadriciclo que tem duração de uma hora e o próprio cliente pilota. O transporte cabe duas pessoas e custa R$ 130. Além disso, pra quem curte aventura nas alturas, tem o arvorismo, que inclui três pontes, dois rapel e duas escadas de corda. A aventura custa R$ 60 por pessoa.
Em Coqueirinho, na prainha (parte em que não tem quiosques) é possível encontrar, à beira mar, guarda-sol e cadeiras com o custo de R$ 15. A praia também conta com barracas que servem petiscos e até almoço, além do famoso resturante da região, o cânion de Coqueirinho, que oferece a famosa “moqueca de coqueirinho” feita com peixe, camarão e lagosta. Nos quisques e restaurantes estão inclusos o uso de guarda-sol e cadeiras.
Praia de Coqueirinho fica localizada a 35 km de João Pessoa — Foto: Eduardo Fechine
Praia de Coqueirinho fica localizada a 35 km de João Pessoa — Foto: Eduardo Fechine
A praia atrai também muitos mergulhadores, já que a água possui boa visibilidade, principalmente do lado norte do mar, onde arrecifes formam uma grande piscina natural. Já no lado sul, o mar aberto é marcado por ondas fortes o que atrai os amantes de esportes radicais.
Outro ponto bastante visitado é o Mirante do dedo de Deus, que oferece aos turistas uma vista panorâmica de Coqueirinho. O local é ideal para relaxar e registrar bons cliques fotográficos.
Segundo o secretário de Turismo do Conde, Aristóteles Souto, durante o período de alta estação, o projeto de conscientização ambiental, "Onda Limpa", que tem o apoio da Secretaria do Meio Ambiente(Semam), é intensificado a fim evitar a poluição da praia.


Areia — Já imaginou passar frio no Nordeste do país? Na cidade paraibana de Areia, essa experiência é acompanhada de visitas a engenhos, idas a museus e da oportunidade de se embrenhar em uma autêntica expedição gastronômica — entre restaurantes rurais de beira de estrada e outros mais sofisticados. A área central do município preserva ruas de paralelepípedo e casinhas coloridas. O conjunto histórico e urbanístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2006. A essência dos séculos 18 e 19 dá charme aos casarões, onde é costume dos moradores deixar um vaso de flores apoiado na janela.
Para chegar ao município, distante apenas 130km de João Pessoa, é preciso subir a Serra da Borborema. Se no verão a brisa ajuda a enfrentar as temperaturas altas, no inverno, quem se defende — de calça, bota e casaco — são os visitantes. A serra está no brejo paraibano. Eis a explicação para temperaturas tão serranas. O inverno mais gelado da região registrou 12ºC.

Terra de alambiques

Por ter feito parte do Ciclo do Açúcar no século 18, Areia é cercada por engenhos. À época, a maioria das 294 propriedades ativas se dedicava à produção de açúcar e melaço. Hoje, 28 resistiram à passagem do tempo e sobrevivem da cachaça, de acordo com a prefeitura municipal. Entre elas, o Engenho Triunfo é responsável pela produção do rótulo mais famoso da Paraíba, encontrado com facilidade em bares e restaurantes.

O engenho é aberto à visitação do público. O passeio guiado custa R$ 5 e inclui passagem pelos galpões de moagem, fermentação e destilagem, além de degustação. Há outras propriedades que recebem visitas, como o Engenho Vaca Brava, considerado o mais antigo do brejo paraibano. Inaugurado em 1860, o lugar tem infraestrutura mais simples, mas nem por isso deixa de ser um passeio interessante. Assim como no Engenho Triunfo, os proprietários contam, em detalhes, como a cachaça é produzida e resgatam histórias do passado.

» Visite
Engenho Triunfo

Acesso pela rodovia PB-079
Informações no 
site.

Engenho Vaca Brava

Acesso pela rodovia PB-097
Informações: (83) 98818-4004
Uma cidade do século 19
Areia é repleta de lembranças do passado. Com razão. A cidade é antiga: foi fundada no século 19, depois de ter sido vila e povoado. O nome do município não é uma homenagem ao relevo — montanhoso e de terra escura —, mas a um riacho margeado por porções de areia clara. O curso d’água era a principal referência para os exploradores do brejo paraibano encontrarem a cidade.
As atrações relacionadas ao Ciclo do Açúcar incluem o óbvio — engenhos —, mas passam por lugares inusitados, como o câmpus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Museu da Rapadura, também conhecido como Museu do Brejo Paraibano, é uma boa pedida para viajar no tempo. Quem visita o local, onde funciona o Centro de Ciências Agrárias, pode ver peças originais de 1870. Entre elas, um alambique de barro, utilizado na produção de cachaça exclusiva para os donos da propriedade. O acervo fica disposto em um galpão utilizado, à época, como um pequeno engenho. Os visitantes também têm acesso a uma autêntica almanjarra (moenda) movida por escravos e a todo o sistema de produção do açúcar mascavo, da cachaça e da rapadura.
As atrações relacionadas ao Ciclo do Açúcar incluem o óbvio — engenhos —, mas passam por lugares inusitados, como o câmpus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Museu da Rapadura, também conhecido como Museu do Brejo Paraibano, é uma boa pedida para viajar no tempo. Quem visita o local, onde funciona o Centro de Ciências Agrárias, pode ver peças originais de 1870. Entre elas, um alambique de barro, utilizado na produção de cachaça exclusiva para os donos da propriedade. O acervo fica disposto em um galpão utilizado, à época, como um pequeno engenho. Os visitantes também têm acesso a uma autêntica almanjarra (moenda) movida por escravos e a todo o sistema de produção do açúcar mascavo, da cachaça e da rapadura.
Outra atração que vale a pena visitar, no centro, é o Teatro Minerva, o primeiro construído na Paraíba. Fica na Rua Epitácio Pessoa. O Museu Regional de Areia, na Rua Professor Xavier Júnior, também merece entrar no roteiro. O acervo reúne obras de arte e relíquias dos índios da etnia bruxaxá, nativos da região do brejo. Para quem gosta de história, uma visita à casa de Pedro Américo, que pintou O grito do Ipiranga, precisa entrar nos planos. Do outro lado da avenida, próximo da Praça João Pessoa, o espaço funciona como museu e conta com réplicas de obras do paraibano e objetos pessoais.
Delícias regionais
Uma pausa nas visitações a museus e engenhos merece uma boa refeição. Em Areia, há restaurantes que valem a viagem. Às margens da PB-079, O Restaurante Rural Vó Maria é administrado por moradores da comunidade Chã de Jardim. De fato, o espaço se parece com uma casa de vó. Rústico, serve pratos tradicionais feitos com carne de bode e de sol, feijão-verde e outros. Os insumos utilizados na cozinha vêm de produtores locais. Destaque para as polpas de fruta, produzidas sem água, e para os bolos servidos de manhã e à tarde. Aos fins de semana, é comum que haja filas no local. Chegue cedo.

Outra opção para almoçar ou jantar em Areia é o restaurante Bambu Brasil, localizado na pousada boutique Villa Real. Com vista privilegiada, o local tem uma atmosfera aconchegante e romântica. A decoração mistura elementos da arquitetura colonial com art déco e antiguidades. No restaurante, experimente a tábua de queijos locais.
Seja qual for a escolha para o almoço, o Turismo recomenda uma passagem pela Casa do Doce na hora da sobremesa. Acessível pela PB-079, o espaço — uma cabana coberta por palha — reúne combinações de sabores inusitadas. A macacada é o doce mais famoso. Leva mamão, banana, coco, rapadura e canela. Experimente também o doce de leite com toques de café e canela. 
Do Correio Braziliense

Curta o friozinho do brejo paraibano em Areia, a 130km de João Pessoa

Posted at  05:49  |  in  Turismo  |  Continue lendo ...»


Areia — Já imaginou passar frio no Nordeste do país? Na cidade paraibana de Areia, essa experiência é acompanhada de visitas a engenhos, idas a museus e da oportunidade de se embrenhar em uma autêntica expedição gastronômica — entre restaurantes rurais de beira de estrada e outros mais sofisticados. A área central do município preserva ruas de paralelepípedo e casinhas coloridas. O conjunto histórico e urbanístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2006. A essência dos séculos 18 e 19 dá charme aos casarões, onde é costume dos moradores deixar um vaso de flores apoiado na janela.
Para chegar ao município, distante apenas 130km de João Pessoa, é preciso subir a Serra da Borborema. Se no verão a brisa ajuda a enfrentar as temperaturas altas, no inverno, quem se defende — de calça, bota e casaco — são os visitantes. A serra está no brejo paraibano. Eis a explicação para temperaturas tão serranas. O inverno mais gelado da região registrou 12ºC.

Terra de alambiques

Por ter feito parte do Ciclo do Açúcar no século 18, Areia é cercada por engenhos. À época, a maioria das 294 propriedades ativas se dedicava à produção de açúcar e melaço. Hoje, 28 resistiram à passagem do tempo e sobrevivem da cachaça, de acordo com a prefeitura municipal. Entre elas, o Engenho Triunfo é responsável pela produção do rótulo mais famoso da Paraíba, encontrado com facilidade em bares e restaurantes.

O engenho é aberto à visitação do público. O passeio guiado custa R$ 5 e inclui passagem pelos galpões de moagem, fermentação e destilagem, além de degustação. Há outras propriedades que recebem visitas, como o Engenho Vaca Brava, considerado o mais antigo do brejo paraibano. Inaugurado em 1860, o lugar tem infraestrutura mais simples, mas nem por isso deixa de ser um passeio interessante. Assim como no Engenho Triunfo, os proprietários contam, em detalhes, como a cachaça é produzida e resgatam histórias do passado.

» Visite
Engenho Triunfo

Acesso pela rodovia PB-079
Informações no 
site.

Engenho Vaca Brava

Acesso pela rodovia PB-097
Informações: (83) 98818-4004
Uma cidade do século 19
Areia é repleta de lembranças do passado. Com razão. A cidade é antiga: foi fundada no século 19, depois de ter sido vila e povoado. O nome do município não é uma homenagem ao relevo — montanhoso e de terra escura —, mas a um riacho margeado por porções de areia clara. O curso d’água era a principal referência para os exploradores do brejo paraibano encontrarem a cidade.
As atrações relacionadas ao Ciclo do Açúcar incluem o óbvio — engenhos —, mas passam por lugares inusitados, como o câmpus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Museu da Rapadura, também conhecido como Museu do Brejo Paraibano, é uma boa pedida para viajar no tempo. Quem visita o local, onde funciona o Centro de Ciências Agrárias, pode ver peças originais de 1870. Entre elas, um alambique de barro, utilizado na produção de cachaça exclusiva para os donos da propriedade. O acervo fica disposto em um galpão utilizado, à época, como um pequeno engenho. Os visitantes também têm acesso a uma autêntica almanjarra (moenda) movida por escravos e a todo o sistema de produção do açúcar mascavo, da cachaça e da rapadura.
As atrações relacionadas ao Ciclo do Açúcar incluem o óbvio — engenhos —, mas passam por lugares inusitados, como o câmpus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Museu da Rapadura, também conhecido como Museu do Brejo Paraibano, é uma boa pedida para viajar no tempo. Quem visita o local, onde funciona o Centro de Ciências Agrárias, pode ver peças originais de 1870. Entre elas, um alambique de barro, utilizado na produção de cachaça exclusiva para os donos da propriedade. O acervo fica disposto em um galpão utilizado, à época, como um pequeno engenho. Os visitantes também têm acesso a uma autêntica almanjarra (moenda) movida por escravos e a todo o sistema de produção do açúcar mascavo, da cachaça e da rapadura.
Outra atração que vale a pena visitar, no centro, é o Teatro Minerva, o primeiro construído na Paraíba. Fica na Rua Epitácio Pessoa. O Museu Regional de Areia, na Rua Professor Xavier Júnior, também merece entrar no roteiro. O acervo reúne obras de arte e relíquias dos índios da etnia bruxaxá, nativos da região do brejo. Para quem gosta de história, uma visita à casa de Pedro Américo, que pintou O grito do Ipiranga, precisa entrar nos planos. Do outro lado da avenida, próximo da Praça João Pessoa, o espaço funciona como museu e conta com réplicas de obras do paraibano e objetos pessoais.
Delícias regionais
Uma pausa nas visitações a museus e engenhos merece uma boa refeição. Em Areia, há restaurantes que valem a viagem. Às margens da PB-079, O Restaurante Rural Vó Maria é administrado por moradores da comunidade Chã de Jardim. De fato, o espaço se parece com uma casa de vó. Rústico, serve pratos tradicionais feitos com carne de bode e de sol, feijão-verde e outros. Os insumos utilizados na cozinha vêm de produtores locais. Destaque para as polpas de fruta, produzidas sem água, e para os bolos servidos de manhã e à tarde. Aos fins de semana, é comum que haja filas no local. Chegue cedo.

Outra opção para almoçar ou jantar em Areia é o restaurante Bambu Brasil, localizado na pousada boutique Villa Real. Com vista privilegiada, o local tem uma atmosfera aconchegante e romântica. A decoração mistura elementos da arquitetura colonial com art déco e antiguidades. No restaurante, experimente a tábua de queijos locais.
Seja qual for a escolha para o almoço, o Turismo recomenda uma passagem pela Casa do Doce na hora da sobremesa. Acessível pela PB-079, o espaço — uma cabana coberta por palha — reúne combinações de sabores inusitadas. A macacada é o doce mais famoso. Leva mamão, banana, coco, rapadura e canela. Experimente também o doce de leite com toques de café e canela. 
Do Correio Braziliense

domingo, 7 de abril de 2019


Um excelente remédio caseiro para azia é comer 1 torrada ou 2 biscoitos cream cracker, pois eles absorvem o ácido que está provocando a acidez na laringe e na garganta, diminuindo a sensação de queimação.
Outras opções são chupar um limão puro no momento da azia porque o limão, apesar de ser ácido, diminui a acidez do estômago, ou comer uma fatia de batata crua porque a batata também é capaz de neutralizar a acidez do estômago, combatendo o desconforto em poucos instantes. Confira ainda como usar a reflexologia para aliviar a azia.
No entanto, existem outras receitas que podem ser facilmente preparadas em casa e utilizadas ao longo do dia, especialmente em quem sofre com refluxo e vive tendo crises de azia. Algumas delas são:
1. Bicarbonato de sódio
O bicarbonato de sódio quando está diluído em água tem efeito alcalinizante no tubo digestivo e, consequentemente, diminui a acidez do estômago, reduzindo a inflamação do esôfago e aliviando o desconforto da azia.
Ingredientes
1 colher (de café) de bicarbonato de sódio;
100 ml de água.
Modo de preparo
Misturar os ingredientes e tomar esta mistura em pequenos goles.
2. Chá de gengibre
O chá de gengibre contém antioxidantes e outras substâncias que ajudam a aliviar a inflamação do esôfago, além de diminuírem as contrações do estômago, o que acaba reduzindo a sensação de azia.
Ingredientes
2 cm de raiz de gengibre cortada em fatias;
2 xícaras de água.
Modo de preparo
Coloque o gengibre e a água numa panela e deixe ferver. Depois, desligue o fogo e deixe a panela tampada por, pelo menos 30 minutos. Por fim, remova os pedaços de gengibre e beba um copo do chá 20 minutos antes de cada refeição.
3. Chá de espinheira-santa
O chá de espinheira-santa também pode ser indicado porque possui propriedades digestivas, que além de melhorarem a má digestão, também aliviam a azia.
Ingredientes
1 xícara de água fervente;
1 colher de sopa de espinheira-santa.
Modo de preparo
Ferver a água e adicionar a espinheira-santa, deixando repousar por 5 a 10 minutos. Coar e tomar sem adoçar, 2 a 3 vezes por dia.
4. Chá de funcho
O chá de funcho também contém ótimas propriedades anti-inflamatórias que ajudam a aliviar a inflamação do estômago, aliviando a sensação de queimação na garganta.
Além disso, como auxilia no esvaziamento do estômago, pode ser usado em casos de refluxo para diminuir o surgimento de crises de azia.
Ingredientes
1 xícara de água fervente;
1 colher de sopa de funcho.
Modo de preparo
Adicionar o funcho à água fervente e deixar repousar por 10 minutos, depois coar e beber entre 2 a 3 vezes por dia ou 20 minutos antes de se fazer uma refeição mais pesada.
5. Suco de pêra
Quem não gosta de chá pode optar por tomar um suco de pêra acabado de fazer porque ele também ajuda a combater a azia e queimação, auxiliando na digestão. Para preparar basta bater no liquidificador 2 pêras maduras com um pouquinho de água e, se preciso, adicionar algumas gotinhas de limão para que o suco não escureça.
A pera é semi-ácida, rica em vitaminas A, B e C, assim como sais minerais, como sódio, potássio, cálcio e ferro que ajudam a diluir o ácido estomacal e a aliviar o desconforto e a queimação causados pela azia.
Além disso, outras frutas, que possuem as mesmas propriedades, que podem ser utilizadas para fazer um suco e incluem a banana d’água madura, a maçã (vermelha) e o melão.
Já para a gastrite, um ótimo remédio caseiro para ajudar a tratar a gastrite é tomar o suco da batata, puro e em jejum ou tomar um chá de espinheira-santa acabado de preparar.
Além disso, também é recomendado fazer uma alimentação adequada que ajude a proteger o estômago na qual se evita o consumo de bebidas alcoólicas, temperos e alimentos ácidos, como laranja e abacaxi, evitando ainda comer frituras e doces pastosos ou industrializados.
1. Remédio caseiro com batata
Um ótimo remédio caseiro para gastrite com batata é tomar o suco puro da batata em jejum porque ela diminui a acidez do estômago, diminuindo a sensação de dor, queimação e a azia, sendo eficaz contra a gastrite nervosa, aguda ou crônica.
Ingredientes
Batata
Ralador
Modo de preparo
Descasque uma batata e passe em seguida por um ralador comum fino, como o de queijo ralado, por exemplo. A seguir, esprema a batata ralada num tecido ou pressione a batata num coador fino.
O caldo que se extrai deve ser bebido puro e em jejum, 30 minutos antes das principais refeições ou sempre que sentir os sintomas da gastrite. Outra opção é simplesmente comer a batata crua.
2. Remédio caseiro com espinheira-santa
Um outro remédio caseiro excelente para gastrite é o chá de espinheira-santa porque esta é uma planta medicinal que possui propriedades que ajudam a diminuir a acidez estomacal e a regenerar o próprio estômago.
Ingredientes
1 colher (de chá) de folhas secas de espinheira-santa
1 xícara de água fervente
Modo de preparo
Adicionar as folhas de espinheira santa à água fervente, tampar e deixar repousar por cerca de 10 minutos. Coar e tomar morno. É aconselhado tomar este chá em jejum, e cerca de meia hora antes das refeições.
Outros exemplos de remédio caseiros para gastrite são:
Tomar o suco de limão puro;
Mastruz com leite em jejum;
Suco puro de couve em jejum;
Xarope da bardana;
Chá de acelga.
Fonte: Site Tua Saúde

Ciência ensina remédios caseiros para curar azia e gastrite para você fazer com o que tem em casa

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Um excelente remédio caseiro para azia é comer 1 torrada ou 2 biscoitos cream cracker, pois eles absorvem o ácido que está provocando a acidez na laringe e na garganta, diminuindo a sensação de queimação.
Outras opções são chupar um limão puro no momento da azia porque o limão, apesar de ser ácido, diminui a acidez do estômago, ou comer uma fatia de batata crua porque a batata também é capaz de neutralizar a acidez do estômago, combatendo o desconforto em poucos instantes. Confira ainda como usar a reflexologia para aliviar a azia.
No entanto, existem outras receitas que podem ser facilmente preparadas em casa e utilizadas ao longo do dia, especialmente em quem sofre com refluxo e vive tendo crises de azia. Algumas delas são:
1. Bicarbonato de sódio
O bicarbonato de sódio quando está diluído em água tem efeito alcalinizante no tubo digestivo e, consequentemente, diminui a acidez do estômago, reduzindo a inflamação do esôfago e aliviando o desconforto da azia.
Ingredientes
1 colher (de café) de bicarbonato de sódio;
100 ml de água.
Modo de preparo
Misturar os ingredientes e tomar esta mistura em pequenos goles.
2. Chá de gengibre
O chá de gengibre contém antioxidantes e outras substâncias que ajudam a aliviar a inflamação do esôfago, além de diminuírem as contrações do estômago, o que acaba reduzindo a sensação de azia.
Ingredientes
2 cm de raiz de gengibre cortada em fatias;
2 xícaras de água.
Modo de preparo
Coloque o gengibre e a água numa panela e deixe ferver. Depois, desligue o fogo e deixe a panela tampada por, pelo menos 30 minutos. Por fim, remova os pedaços de gengibre e beba um copo do chá 20 minutos antes de cada refeição.
3. Chá de espinheira-santa
O chá de espinheira-santa também pode ser indicado porque possui propriedades digestivas, que além de melhorarem a má digestão, também aliviam a azia.
Ingredientes
1 xícara de água fervente;
1 colher de sopa de espinheira-santa.
Modo de preparo
Ferver a água e adicionar a espinheira-santa, deixando repousar por 5 a 10 minutos. Coar e tomar sem adoçar, 2 a 3 vezes por dia.
4. Chá de funcho
O chá de funcho também contém ótimas propriedades anti-inflamatórias que ajudam a aliviar a inflamação do estômago, aliviando a sensação de queimação na garganta.
Além disso, como auxilia no esvaziamento do estômago, pode ser usado em casos de refluxo para diminuir o surgimento de crises de azia.
Ingredientes
1 xícara de água fervente;
1 colher de sopa de funcho.
Modo de preparo
Adicionar o funcho à água fervente e deixar repousar por 10 minutos, depois coar e beber entre 2 a 3 vezes por dia ou 20 minutos antes de se fazer uma refeição mais pesada.
5. Suco de pêra
Quem não gosta de chá pode optar por tomar um suco de pêra acabado de fazer porque ele também ajuda a combater a azia e queimação, auxiliando na digestão. Para preparar basta bater no liquidificador 2 pêras maduras com um pouquinho de água e, se preciso, adicionar algumas gotinhas de limão para que o suco não escureça.
A pera é semi-ácida, rica em vitaminas A, B e C, assim como sais minerais, como sódio, potássio, cálcio e ferro que ajudam a diluir o ácido estomacal e a aliviar o desconforto e a queimação causados pela azia.
Além disso, outras frutas, que possuem as mesmas propriedades, que podem ser utilizadas para fazer um suco e incluem a banana d’água madura, a maçã (vermelha) e o melão.
Já para a gastrite, um ótimo remédio caseiro para ajudar a tratar a gastrite é tomar o suco da batata, puro e em jejum ou tomar um chá de espinheira-santa acabado de preparar.
Além disso, também é recomendado fazer uma alimentação adequada que ajude a proteger o estômago na qual se evita o consumo de bebidas alcoólicas, temperos e alimentos ácidos, como laranja e abacaxi, evitando ainda comer frituras e doces pastosos ou industrializados.
1. Remédio caseiro com batata
Um ótimo remédio caseiro para gastrite com batata é tomar o suco puro da batata em jejum porque ela diminui a acidez do estômago, diminuindo a sensação de dor, queimação e a azia, sendo eficaz contra a gastrite nervosa, aguda ou crônica.
Ingredientes
Batata
Ralador
Modo de preparo
Descasque uma batata e passe em seguida por um ralador comum fino, como o de queijo ralado, por exemplo. A seguir, esprema a batata ralada num tecido ou pressione a batata num coador fino.
O caldo que se extrai deve ser bebido puro e em jejum, 30 minutos antes das principais refeições ou sempre que sentir os sintomas da gastrite. Outra opção é simplesmente comer a batata crua.
2. Remédio caseiro com espinheira-santa
Um outro remédio caseiro excelente para gastrite é o chá de espinheira-santa porque esta é uma planta medicinal que possui propriedades que ajudam a diminuir a acidez estomacal e a regenerar o próprio estômago.
Ingredientes
1 colher (de chá) de folhas secas de espinheira-santa
1 xícara de água fervente
Modo de preparo
Adicionar as folhas de espinheira santa à água fervente, tampar e deixar repousar por cerca de 10 minutos. Coar e tomar morno. É aconselhado tomar este chá em jejum, e cerca de meia hora antes das refeições.
Outros exemplos de remédio caseiros para gastrite são:
Tomar o suco de limão puro;
Mastruz com leite em jejum;
Suco puro de couve em jejum;
Xarope da bardana;
Chá de acelga.
Fonte: Site Tua Saúde


Para economizar combustível não dá para pisar fundo. O engenheiro Ricardo Takeo, da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), diz que, para poupar gasolina, o veículo precisa manter uma “velocidade constante entre 40 km/h e 70 km/h, na quinta marcha e no terreno plano”
Além de torcer para a topografia ajudar seu bolso (uma ladeira e você já gasta mais), é preciso também cruzar os dedos pão-duros para que a estrada não esteja movimentada. Mudar de velocidade a todo o momento gasta mais combustível. Segundo Ricardo, quanto menos se usa o acelerador, maior é a economia.
O consumo também depende do tipo de transmissão (sistema que leva a força do motor até as rodas) de cada tipo de veículo. Então, é claro, vale ficar atento na hora da compra e optar por um modelo mais econômico.

Você sabe qual a velocidade ideal do carro para economizar mais combustível? Confira essa dica!

Posted at  20:07  |  in    |  Continue lendo ...»


Para economizar combustível não dá para pisar fundo. O engenheiro Ricardo Takeo, da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), diz que, para poupar gasolina, o veículo precisa manter uma “velocidade constante entre 40 km/h e 70 km/h, na quinta marcha e no terreno plano”
Além de torcer para a topografia ajudar seu bolso (uma ladeira e você já gasta mais), é preciso também cruzar os dedos pão-duros para que a estrada não esteja movimentada. Mudar de velocidade a todo o momento gasta mais combustível. Segundo Ricardo, quanto menos se usa o acelerador, maior é a economia.
O consumo também depende do tipo de transmissão (sistema que leva a força do motor até as rodas) de cada tipo de veículo. Então, é claro, vale ficar atento na hora da compra e optar por um modelo mais econômico.

sexta-feira, 5 de abril de 2019


Imagine não precisar mais usar absorvente durante o período menstrual. Pois é o que promete um novo produto que chegou recentemente ao mercado brasileiro: a calcinha absorvente.
Desenvolvida com tecnologia de ponta, a proposta é que ela ofereça mais conforto para a mulher. Segundo as empresas fabricantes, o uso adequado é pelo período de até 12 horas, e a peça é reutilizável, com vida útil de cerca de dois anos.
Após esse período, perde o efeito absorvente, mas ainda pode servir como uma calcinha tradicional.
A marca Pantys, que lançou o produto em agosto do ano passado, oferece cinco modelos em sete tamanhos. Já a Herself, desenvolvida por estudantes brasileiras, tem três modelos e sete tamanhos. As calcinhas são divididas conforme o fluxo menstrual, que é classificado como leve, moderado ou intenso.
Os preços variam de R$ 75 a R$ 95, e as fabricantes dessas peças argumentam que elas gerariam economia e muito menos lixo. Em uma conta simples, uma mulher gasta, em média, 48 pacotes de absorventes em dois anos, valor estimado em cerca de R$ 170.
A advogada e pesquisadora Jéssica Gomes da Mata, 26, usa como segunda proteção, junto do coletor menstrual. “Como tenho muito fluxo, só a uso sozinha nos dois últimos dias. Não é nada incômodo e você fica com a sensação de estar seca, mesmo.”
Já a estudante Mariana Lopes, 27, usa durante todo o período menstrual. “Nas primeiras vezes, fiquei meio desconfiada, porque elas são finas. Então, sempre checava se estava tudo certo. Hoje, já até esqueço que estou menstruada.”
A microempresária Jeovana Santos Lopes, 23, adotou a calcinha em janeiro e conta que só teve problema de vazamento uma vez. “Mas eu estava usando a calcinha para fluxo leve. Depois, comprei para fluxo intenso e não tive mais problemas. Acho superconfortável, porque não me sinto abafada. Às vezes, dá a sensação de estar um pouco molhada, mas acostuma.”
Segundo a ginecologista Ana Luiza Antunes Faria, a calcinha tem funcionamento semelhante ao do absorvente descartável. “Não há problemas em usar, a não ser que a mulher tenha alguma alergia específica.”
PARA LAVAR
Lave à mão, em água fria; depois, no modo delicado da máquina. Não use alvejante, amaciante, secadora nem ferro.
NO CASO DA MARCA HERSELF
– Primeira camada 100% de algodão
– A segunda, de tecido absorvente, tem ação antimicrobiana (contra odores, fungos e bactérias)
– A terceira é igual à de uma calcinha tradicional, mas que recebe tratamento para repelir líquidos, a fim de evitar ao máximo possíveis vazamentos
– Da para pedir camada extra de proteção, em tecido absorvente
PARA LAVAR
Enxágue à mão ou deixe de molho por 5 a 10 minutos. Depois, lave à máquina ou à mão, com sabão neutro. Não use alvejante, derivados de cloro nem ferro. Pode ir à secadora.
Fonte: Com informações da Folhapress

Saiba como funciona a calcinha que substitui o absorvente

Posted at  19:13  |  in    |  Continue lendo ...»


Imagine não precisar mais usar absorvente durante o período menstrual. Pois é o que promete um novo produto que chegou recentemente ao mercado brasileiro: a calcinha absorvente.
Desenvolvida com tecnologia de ponta, a proposta é que ela ofereça mais conforto para a mulher. Segundo as empresas fabricantes, o uso adequado é pelo período de até 12 horas, e a peça é reutilizável, com vida útil de cerca de dois anos.
Após esse período, perde o efeito absorvente, mas ainda pode servir como uma calcinha tradicional.
A marca Pantys, que lançou o produto em agosto do ano passado, oferece cinco modelos em sete tamanhos. Já a Herself, desenvolvida por estudantes brasileiras, tem três modelos e sete tamanhos. As calcinhas são divididas conforme o fluxo menstrual, que é classificado como leve, moderado ou intenso.
Os preços variam de R$ 75 a R$ 95, e as fabricantes dessas peças argumentam que elas gerariam economia e muito menos lixo. Em uma conta simples, uma mulher gasta, em média, 48 pacotes de absorventes em dois anos, valor estimado em cerca de R$ 170.
A advogada e pesquisadora Jéssica Gomes da Mata, 26, usa como segunda proteção, junto do coletor menstrual. “Como tenho muito fluxo, só a uso sozinha nos dois últimos dias. Não é nada incômodo e você fica com a sensação de estar seca, mesmo.”
Já a estudante Mariana Lopes, 27, usa durante todo o período menstrual. “Nas primeiras vezes, fiquei meio desconfiada, porque elas são finas. Então, sempre checava se estava tudo certo. Hoje, já até esqueço que estou menstruada.”
A microempresária Jeovana Santos Lopes, 23, adotou a calcinha em janeiro e conta que só teve problema de vazamento uma vez. “Mas eu estava usando a calcinha para fluxo leve. Depois, comprei para fluxo intenso e não tive mais problemas. Acho superconfortável, porque não me sinto abafada. Às vezes, dá a sensação de estar um pouco molhada, mas acostuma.”
Segundo a ginecologista Ana Luiza Antunes Faria, a calcinha tem funcionamento semelhante ao do absorvente descartável. “Não há problemas em usar, a não ser que a mulher tenha alguma alergia específica.”
PARA LAVAR
Lave à mão, em água fria; depois, no modo delicado da máquina. Não use alvejante, amaciante, secadora nem ferro.
NO CASO DA MARCA HERSELF
– Primeira camada 100% de algodão
– A segunda, de tecido absorvente, tem ação antimicrobiana (contra odores, fungos e bactérias)
– A terceira é igual à de uma calcinha tradicional, mas que recebe tratamento para repelir líquidos, a fim de evitar ao máximo possíveis vazamentos
– Da para pedir camada extra de proteção, em tecido absorvente
PARA LAVAR
Enxágue à mão ou deixe de molho por 5 a 10 minutos. Depois, lave à máquina ou à mão, com sabão neutro. Não use alvejante, derivados de cloro nem ferro. Pode ir à secadora.
Fonte: Com informações da Folhapress

quarta-feira, 3 de abril de 2019


A designer catarinense Cristal Muniz, 27, leva a vida de forma a produzir a menor quantidade possível de lixo.
Ela lança na quinta (19), em São Paulo, o livro “Uma Vida Sem Lixo” (Ed. Alaúde), onde ensina o caminho para gerar menos resíduos.
Um dos seus truques é fazer em casa itens que costumamos comprar em embalagens plásticas no mercado, como cosméticos e produtos de limpeza.
Abaixo, veja a receita dela para fazer um desinfetante caseiro –que também funciona como amaciante para lavar a roupa– e aprenda a preparar vinagre de maçã em casa, um dos dois ingredientes do produto de limpeza.
Saiba mais sobre a história de Cristal e as mudanças que ela fez no seu dia a dia na reportagem do Sobretudo.
Desinfetante aromatizado
Ingredientes e materiais:
-500 ml de vinagre de álcool ou de frutas
-1 xícara de casca de frutas cítricas ou ervas de chá (lavanda, alecrim, capim-limão ou outro, para aromatizar)
-Pote de vidro com tampa
Como fazer:
-Coloque todos os ingredientes no pote e mantenha fechado com tampa. O vinagre precisa cobrir as cascas ou ervas para que elas não mofem.
-Deixe descansar por cerca de dez dias, mexendo uma vez por dia
-Coe a mistura e guarde só o líquido
-As cascas e ervas podem ir para a composteira, mas as minhocas vão ficar mais felizes se você passar uma água para tirar o ácido do vinagre antes
Modo de usar:
-Dilua um pouco na água e use como desinfetante normal para passar pano na casa.
-Coloque na máquina de lavar como amaciante. Se o vinagre ficar colorido, faça um teste antes para verificar se não mancha sua roupa usando uma toalha velha ou um pano de chão: coloque um pouco de vinagre e deixe secar por um dia antes de lavar de novo. Se manchar, não recomendo usar no enxágue da roupa, principalmente das brancas.
-Use puro para desinfetar superfícies como pia da cozinha, armários, pia do banheiro, vaso sanitário etc. Basta aplicar com um spray.
Vinagre de maçã caseiro
Ingredientes e materiais:
-Casca e miolo de cerca de 6 maçãs
-1 colher (sopa) de açúcar
-2 litros de água filtrada (sem cloro)
-Pote ou jarra de vidro para fermentar
-Pano ou pedaço de tecido elástico
Como fazer:
-Coloque todos os ingredientes no recipiente e deixe descansar. O pote não pode ficar fechado (diferentemente dos outros fermentados, que não podem entrar em contato com o ar). Para evitar bichos, coloque um pano de prato preso com um elástico na boca do pote
-Durante os próximos dias, mexa a mistura pelo menos uma vez ao dia (quanto mais, melhor, porque vai ajudar a aerar a fermentação e prevenir a criação de mofo)
-Aos poucos, depois de mais ou menos uma semana, a mistura vai começar a criar bolhas e, aí, dá pra mexer só uma vez ao dia
-O vinagre vai estar pronto quando as bolhas começarem a sumir. Esse processo vai durar mais ou menos 15 dias, variando de acordo com a temperatura do local onde você mora: se for mais quente (média de 30ºC), vai ser mais rápido
-Coe a mistura e seu vinagre está pronto
-Guarde o vinagre em garrafas fechadas de vidro. Não precisa se preocupar com a validade, ele vai durar muitos meses, e com o tempo, vai ficando ainda mais ácido. Para prevenir que as garrafas explodam com os gases da fermentação, abra-as pelo menos uma vez ao mês.
Blog Tudo é Mais um Pouco

Aprenda a fazer desinfetante e vinagre em casa com apenas cinco ingredientes

Posted at  04:22  |  in    |  Continue lendo ...»


A designer catarinense Cristal Muniz, 27, leva a vida de forma a produzir a menor quantidade possível de lixo.
Ela lança na quinta (19), em São Paulo, o livro “Uma Vida Sem Lixo” (Ed. Alaúde), onde ensina o caminho para gerar menos resíduos.
Um dos seus truques é fazer em casa itens que costumamos comprar em embalagens plásticas no mercado, como cosméticos e produtos de limpeza.
Abaixo, veja a receita dela para fazer um desinfetante caseiro –que também funciona como amaciante para lavar a roupa– e aprenda a preparar vinagre de maçã em casa, um dos dois ingredientes do produto de limpeza.
Saiba mais sobre a história de Cristal e as mudanças que ela fez no seu dia a dia na reportagem do Sobretudo.
Desinfetante aromatizado
Ingredientes e materiais:
-500 ml de vinagre de álcool ou de frutas
-1 xícara de casca de frutas cítricas ou ervas de chá (lavanda, alecrim, capim-limão ou outro, para aromatizar)
-Pote de vidro com tampa
Como fazer:
-Coloque todos os ingredientes no pote e mantenha fechado com tampa. O vinagre precisa cobrir as cascas ou ervas para que elas não mofem.
-Deixe descansar por cerca de dez dias, mexendo uma vez por dia
-Coe a mistura e guarde só o líquido
-As cascas e ervas podem ir para a composteira, mas as minhocas vão ficar mais felizes se você passar uma água para tirar o ácido do vinagre antes
Modo de usar:
-Dilua um pouco na água e use como desinfetante normal para passar pano na casa.
-Coloque na máquina de lavar como amaciante. Se o vinagre ficar colorido, faça um teste antes para verificar se não mancha sua roupa usando uma toalha velha ou um pano de chão: coloque um pouco de vinagre e deixe secar por um dia antes de lavar de novo. Se manchar, não recomendo usar no enxágue da roupa, principalmente das brancas.
-Use puro para desinfetar superfícies como pia da cozinha, armários, pia do banheiro, vaso sanitário etc. Basta aplicar com um spray.
Vinagre de maçã caseiro
Ingredientes e materiais:
-Casca e miolo de cerca de 6 maçãs
-1 colher (sopa) de açúcar
-2 litros de água filtrada (sem cloro)
-Pote ou jarra de vidro para fermentar
-Pano ou pedaço de tecido elástico
Como fazer:
-Coloque todos os ingredientes no recipiente e deixe descansar. O pote não pode ficar fechado (diferentemente dos outros fermentados, que não podem entrar em contato com o ar). Para evitar bichos, coloque um pano de prato preso com um elástico na boca do pote
-Durante os próximos dias, mexa a mistura pelo menos uma vez ao dia (quanto mais, melhor, porque vai ajudar a aerar a fermentação e prevenir a criação de mofo)
-Aos poucos, depois de mais ou menos uma semana, a mistura vai começar a criar bolhas e, aí, dá pra mexer só uma vez ao dia
-O vinagre vai estar pronto quando as bolhas começarem a sumir. Esse processo vai durar mais ou menos 15 dias, variando de acordo com a temperatura do local onde você mora: se for mais quente (média de 30ºC), vai ser mais rápido
-Coe a mistura e seu vinagre está pronto
-Guarde o vinagre em garrafas fechadas de vidro. Não precisa se preocupar com a validade, ele vai durar muitos meses, e com o tempo, vai ficando ainda mais ácido. Para prevenir que as garrafas explodam com os gases da fermentação, abra-as pelo menos uma vez ao mês.
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Por Cura pela Natureza - Nesta matéria, falaremos de um assunto que se tornou o calo da nossa sociedade: a depressão.
Pessoas depressivas geralmente não sabem o motivo que as levaram ao problema nem como lidar com tudo isso.
Muita gente desenvolve a doença depois de um grande trauma, como a perda de um parente, uma doença ou até mesmo uma separação.
No entanto, na maioria dos casos, tanto a depressão quanto a ansiedade não têm uma causa única e podem surgir com:
– Genética
– Traumas do passado
– Traumas do presente
– Uso de certos medicamentos
Descobrir a causa não é lá o essencial. O importante mesmo é a vítima entender que não tem culpa.
Afinal de contas, estamos falando de uma doença mental, que é como uma doença física: estamos todos vulneráveis.
A questão é que alguns estilos de vida podem contribuir ou até mesmo causar esses problemas.
Separamos sete ações prejudiciais.
Confira:
1. Excesso de remédios e outras drogas
O abuso de substâncias químicas é um hábito que pode destruir a mente e o emocional de qualquer um.
Drogas e álcool prejudicam a neuroquímica do cérebro, interrompendo a comunicação normal entre os neurotransmissores.
Os neurotransmissores são os “químicos de comunicação” do cérebro e do corpo que controlam todas as experiências físicas e psicológicas.
Portanto, os consumidores de substâncias tóxicas são mais propensos a desenvolver distúrbios.
2. Excesso de trabalho
A exaustão causa estresse, e isso é um dos fatores que causam depressão.
Quando o cérebro é exposto ao estresse crônico, seu delicado equilíbrio químico é interrompido.
E o resultado você provavelmente já sabe.
3. Dor e trauma
Ser uma testemunha ou vítima de violência de qualquer tipo pode desencadear uma reação biológica que evolui para ansiedade e depressão.
Sentimentos de luto após a morte de um ente querido ou amigo, embora sejam difíceis, podem servir como um bom curador.
No entanto, o luto prolongado também pode causar problemas na mente.
4. Problema de saúde
Pessoas diagnosticadas com condições de saúde intratáveis podem ter um risco maior de se tornarem deprimidas.
Doenças relacionadas à idade ou diagnósticos de doenças terminais, como Parkinson, Alzheimer, cardiovasculares ou câncer, muitas vezes induzem a sentimentos de pânico e desamparo.
Então é comum que se manifestem ansiedade e depressão.
5. Mudanças repentinas e estressantes
Durante o crash da Bolsa de Nova Iorque em 1929 – que levou à perda de bilhões de dólares -, milhares de pessoas cometeram suicídio.
Não sabemos quantas dessas pessoas tinham depressão e ansiedade, mas é possível imaginar que para tirar a própria vida elas estavam com algum problema nessa área.
Nem precisamos ir muito longe.
As crises econômicas que afetam o Brasil, com muito desemprego, também levam muitos a desenvolver males emocionais, como a depressão.
6. Baixa autoestima
Sobre a autoestima, podemos levar em consideração os seguintes aspectos:
– As mulheres são mais propensas que os homens
– As pessoas com autoestima baixa correm mais risco de ter vícios e fazer dietas pobres
– Existe uma correlação entre autoestima baixa e suicídio
Uma imagem continuamente negativa de si mesmo pode levar a padrões de pensamento obsessivo.
Com isso, a neuroquímica do cérebro pode ser alterada, produzindo sintomas ou condições depressivas e ansiosas.
7. Isolamento ou rejeição
Como os seres humanos são naturalmente criaturas sociais, acabam sofrendo muito com a solidão e rejeição.
O cérebro adota processos de pensamento opostos e forma redes neurais que perturbam sua química natural.
Caso você ou alguém que você conheça sofra com depressão e ansiedade, procure tratamentos naturais e um terapeuta de confiança.

7 problemas que podem causar ansiedade e depressão – cuidado com eles

Posted at  03:34  |  in    |  Continue lendo ...»


Por Cura pela Natureza - Nesta matéria, falaremos de um assunto que se tornou o calo da nossa sociedade: a depressão.
Pessoas depressivas geralmente não sabem o motivo que as levaram ao problema nem como lidar com tudo isso.
Muita gente desenvolve a doença depois de um grande trauma, como a perda de um parente, uma doença ou até mesmo uma separação.
No entanto, na maioria dos casos, tanto a depressão quanto a ansiedade não têm uma causa única e podem surgir com:
– Genética
– Traumas do passado
– Traumas do presente
– Uso de certos medicamentos
Descobrir a causa não é lá o essencial. O importante mesmo é a vítima entender que não tem culpa.
Afinal de contas, estamos falando de uma doença mental, que é como uma doença física: estamos todos vulneráveis.
A questão é que alguns estilos de vida podem contribuir ou até mesmo causar esses problemas.
Separamos sete ações prejudiciais.
Confira:
1. Excesso de remédios e outras drogas
O abuso de substâncias químicas é um hábito que pode destruir a mente e o emocional de qualquer um.
Drogas e álcool prejudicam a neuroquímica do cérebro, interrompendo a comunicação normal entre os neurotransmissores.
Os neurotransmissores são os “químicos de comunicação” do cérebro e do corpo que controlam todas as experiências físicas e psicológicas.
Portanto, os consumidores de substâncias tóxicas são mais propensos a desenvolver distúrbios.
2. Excesso de trabalho
A exaustão causa estresse, e isso é um dos fatores que causam depressão.
Quando o cérebro é exposto ao estresse crônico, seu delicado equilíbrio químico é interrompido.
E o resultado você provavelmente já sabe.
3. Dor e trauma
Ser uma testemunha ou vítima de violência de qualquer tipo pode desencadear uma reação biológica que evolui para ansiedade e depressão.
Sentimentos de luto após a morte de um ente querido ou amigo, embora sejam difíceis, podem servir como um bom curador.
No entanto, o luto prolongado também pode causar problemas na mente.
4. Problema de saúde
Pessoas diagnosticadas com condições de saúde intratáveis podem ter um risco maior de se tornarem deprimidas.
Doenças relacionadas à idade ou diagnósticos de doenças terminais, como Parkinson, Alzheimer, cardiovasculares ou câncer, muitas vezes induzem a sentimentos de pânico e desamparo.
Então é comum que se manifestem ansiedade e depressão.
5. Mudanças repentinas e estressantes
Durante o crash da Bolsa de Nova Iorque em 1929 – que levou à perda de bilhões de dólares -, milhares de pessoas cometeram suicídio.
Não sabemos quantas dessas pessoas tinham depressão e ansiedade, mas é possível imaginar que para tirar a própria vida elas estavam com algum problema nessa área.
Nem precisamos ir muito longe.
As crises econômicas que afetam o Brasil, com muito desemprego, também levam muitos a desenvolver males emocionais, como a depressão.
6. Baixa autoestima
Sobre a autoestima, podemos levar em consideração os seguintes aspectos:
– As mulheres são mais propensas que os homens
– As pessoas com autoestima baixa correm mais risco de ter vícios e fazer dietas pobres
– Existe uma correlação entre autoestima baixa e suicídio
Uma imagem continuamente negativa de si mesmo pode levar a padrões de pensamento obsessivo.
Com isso, a neuroquímica do cérebro pode ser alterada, produzindo sintomas ou condições depressivas e ansiosas.
7. Isolamento ou rejeição
Como os seres humanos são naturalmente criaturas sociais, acabam sofrendo muito com a solidão e rejeição.
O cérebro adota processos de pensamento opostos e forma redes neurais que perturbam sua química natural.
Caso você ou alguém que você conheça sofra com depressão e ansiedade, procure tratamentos naturais e um terapeuta de confiança.

sexta-feira, 29 de março de 2019


Manter uma alimentação saudável, rica em verduras, frutas e legumes faz bem para o corpo e para a mente. Mas isso todo mundo já sabe.
O problema é que muitas pessoas preferem (por gosto ou por falta de tempo) adotar uma rotina mais prática e acabam optando por consumir alimentos que podem ser perigosos para a saúde.
Os vilões são os conhecidos alimentos embutidos, defumados, processados e curados como salsicha, salame, bacon, presunto e carne seca.
Além de aumentar os fatores de risco de câncer no sistema digestivo (segundo a Organização Mundial de Saúde), parece que a ingestão desses alimentos está associada problemas como transtorno bipolar, transtorno esquizoafetivo e outras doenças mentais, de acordo com pesquisadores da Escola de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos.
A notícia é preocupante. Mas vamos explicar melhor.
A ligação entre essas duas coisas (alimentos curados e transtornos psiquiátricos) pode estar na adição de compostos de nitrogênio à carne, na forma de nitrito de sódio ou nitrato de potássio, usados para conservar os alimentos.
O problema é a influência dos compostos de nitrogênio sobre as bactérias em nosso intestino, pode afetar nossa saúde, inclusive a psíquica.
Os pesquisadores da Hopkins coletaram dados de 1.101 pessoas de 18 a 65 anos, com e sem diagnóstico de transtorno psiquiátrico, entre 2007 e 2017.
Quando eles analisaram informações detalhadas sobre saúde e dieta, eles descobriram que os participantes do estudo que haviam sido hospitalizados por mania tinham três vezes mais chance de ter comido produtos curados antes do episódio.
A segunda parte do estudo envolveu dois grupos de ratos de laboratório, um alimentado com uma dieta normal e um alimentado com uma dieta contendo nitratos.
Os ratos alimentados com nitratos mostraram sinais de hiperatividade e demonstraram padrões irregulares de sono.
Eles também tinham bactérias diferentes no aparelho digestivo e diferentes vias moleculares no cérebro, o que sugere um possível mecanismo pelo qual os nitratos da carne afetam o sistema nervoso.
Mais estudos estão sendo feitos para provar a relação de causa e efeito entre carnes curadas e doenças psíquicas.
Até lá, vale cortar da dieta – ou reduzir o consumo – de alimentos processados e curados.
Os transtornos psiquiátricos relacionados às carnes processadas
O transtorno bipolar é um problema em que as pessoas alternam entre períodos de muito bom humor e períodos de irritação ou depressão.
As chamadas “oscilações de humor” entre a mania e a depressão podem ser muito rápidas e podem ocorrer com muita ou pouca frequência.
Os episódios maníacos incluem sintomas como euforia, dificuldade para dormir e perda de contato com a realidade. Já os episódios depressivos são caracterizados por falta de energia e motivação, além de perda de interesse nas atividades cotidianas.
Os episódios de alteração de humor podem durar dias ou meses e também podem estar associados a pensamentos suicidas.
A condição afeta significativamente a produtividade do indivíduo e prejudica o seu bem-estar pessoal e coletivo.
Pouco se sabe sobre as causas da doença. Mas há fortes indícios de uma predisposição genética, embora, como na maioria das condições neurológicas, parece que mais de um ou outro gene é necessário para desencadeá-las.
Já a esquizofrenia é um distúrbio que afeta a capacidade da pessoa de pensar, sentir e se comportar com clareza.
A doença é caracterizada por pensamentos ou experiências que parecem não ter contato com a realidade, fala ou comportamento desorganizado e participação reduzida nas atividades cotidianas.
Dificuldade de concentração e memória também são sintomas.
Fonte: Cura pela Natureza

Estudo associa consumo de salsicha, linguiça, mortadela e presunto a doenças psiquiátricas

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Manter uma alimentação saudável, rica em verduras, frutas e legumes faz bem para o corpo e para a mente. Mas isso todo mundo já sabe.
O problema é que muitas pessoas preferem (por gosto ou por falta de tempo) adotar uma rotina mais prática e acabam optando por consumir alimentos que podem ser perigosos para a saúde.
Os vilões são os conhecidos alimentos embutidos, defumados, processados e curados como salsicha, salame, bacon, presunto e carne seca.
Além de aumentar os fatores de risco de câncer no sistema digestivo (segundo a Organização Mundial de Saúde), parece que a ingestão desses alimentos está associada problemas como transtorno bipolar, transtorno esquizoafetivo e outras doenças mentais, de acordo com pesquisadores da Escola de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos.
A notícia é preocupante. Mas vamos explicar melhor.
A ligação entre essas duas coisas (alimentos curados e transtornos psiquiátricos) pode estar na adição de compostos de nitrogênio à carne, na forma de nitrito de sódio ou nitrato de potássio, usados para conservar os alimentos.
O problema é a influência dos compostos de nitrogênio sobre as bactérias em nosso intestino, pode afetar nossa saúde, inclusive a psíquica.
Os pesquisadores da Hopkins coletaram dados de 1.101 pessoas de 18 a 65 anos, com e sem diagnóstico de transtorno psiquiátrico, entre 2007 e 2017.
Quando eles analisaram informações detalhadas sobre saúde e dieta, eles descobriram que os participantes do estudo que haviam sido hospitalizados por mania tinham três vezes mais chance de ter comido produtos curados antes do episódio.
A segunda parte do estudo envolveu dois grupos de ratos de laboratório, um alimentado com uma dieta normal e um alimentado com uma dieta contendo nitratos.
Os ratos alimentados com nitratos mostraram sinais de hiperatividade e demonstraram padrões irregulares de sono.
Eles também tinham bactérias diferentes no aparelho digestivo e diferentes vias moleculares no cérebro, o que sugere um possível mecanismo pelo qual os nitratos da carne afetam o sistema nervoso.
Mais estudos estão sendo feitos para provar a relação de causa e efeito entre carnes curadas e doenças psíquicas.
Até lá, vale cortar da dieta – ou reduzir o consumo – de alimentos processados e curados.
Os transtornos psiquiátricos relacionados às carnes processadas
O transtorno bipolar é um problema em que as pessoas alternam entre períodos de muito bom humor e períodos de irritação ou depressão.
As chamadas “oscilações de humor” entre a mania e a depressão podem ser muito rápidas e podem ocorrer com muita ou pouca frequência.
Os episódios maníacos incluem sintomas como euforia, dificuldade para dormir e perda de contato com a realidade. Já os episódios depressivos são caracterizados por falta de energia e motivação, além de perda de interesse nas atividades cotidianas.
Os episódios de alteração de humor podem durar dias ou meses e também podem estar associados a pensamentos suicidas.
A condição afeta significativamente a produtividade do indivíduo e prejudica o seu bem-estar pessoal e coletivo.
Pouco se sabe sobre as causas da doença. Mas há fortes indícios de uma predisposição genética, embora, como na maioria das condições neurológicas, parece que mais de um ou outro gene é necessário para desencadeá-las.
Já a esquizofrenia é um distúrbio que afeta a capacidade da pessoa de pensar, sentir e se comportar com clareza.
A doença é caracterizada por pensamentos ou experiências que parecem não ter contato com a realidade, fala ou comportamento desorganizado e participação reduzida nas atividades cotidianas.
Dificuldade de concentração e memória também são sintomas.
Fonte: Cura pela Natureza

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